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Sector mineiro atrai parcerias

20130220131208obrasAngola e Namíbia concluíram existir interesse em reforçar a cooperação no domínio da geologia e minas, durante um encontro realizado na segunda-feira, em Luanda, entre o titular angolano do sector, Francisco Queiroz, e o seu homólogo namibiano, Isak Katali.
O ministro angolano deu a conhecer o desenvolvimento do sector minério angolano e considerou que os dois países podem estudar formas de cooperação nos domínios da formação e de levantamento aero-geográfico de áreas minerais.
Angola já está a fazer esse levantamento tal como o cartográfico, uma vez que se sabe que o país é rico em minerais, mas não se conhece devidamente a sua localização, nem potencial.
Francisco Queiroz anunciou também o início de uma forte campanha de atracção do investimento privado para que, dentro de três anos, o país seja capaz de atrair investimento estrangeiro. Para tal, é importante para Angola colher experiências dos países com mais perícia e mais antiguidade na actividade mineira.
A Namíbia tem especialização no domínio da exploração e lapidação de diamantes, de exploração de urânio e de outros minerais, inclusive no mar, pelo que, disse Francisco Queiroz, Angola tem interesse em conhecer bem essa experiência para depois poder lidar com os seus planos nacionais. Com base nisso, propôs ao seu homólogo que, futuramente, se estude um mecanismo de aproximação dos dois países no domínio mineiro.
“Tanto os investidores namibianos podem investir em Angola, como os angolanos na Namíbia. Temos empresas importantes, internacionais, capazes de investir na Namíbia”, declarou.
O ministro da Geologia, Minas, Energia e Águas da Namíbia disse, em resposta, que o seu país também é rico em minerais e que se encontram nas mesmas condições que Angola: não se conhece bem a sua localização. Isak Katali considerou que um levantamento geográfico entre a Namíbia e Angola pode ser feito já, num trabalho combinado, porque existe um território mineiro comum que está separado apenas por uma linha.

“O solo é único e acredito que os minerais que se encontram em Angola podem ser os mesmos do lado namibiano”, afirmou.

O ministro namibiano da Geologia, Minas, Energia e Águas esclareceu que está instituída no seu país uma política relativa à repartição da riqueza com base no critério da participação local, mas que isso continua a ser algo que as autoridades namibianas gostavam de aprender mais com Angola, que imputa responsabilidade social às empresas.. “Por isso, precisamos de cooperar no sector” realçou.

Pediu a integração de Angola num grupo constituído pela Namíbia, África do Sul e Malawi, que se juntou para a produção de urânio, para se criar políticas e decisões similares. “O destino da produção vai ser de acordo com a vontade dos países-membros”, afirmou. (jornaldeangola.com)

 

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