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Intervenções armadas para proteger civis não podem contribuir para violência

images (1)Em sua intervenção no debate aberto do Conselho de Segurança das Nações Unidas dedicado à proteção de civis em conflitos armados, o ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, ressaltou nesta terça-feira (12), em Nova York, que intervenções armadas devem ser a última opção para resolver a questão.

Além disso, de acordo com o chanceler, as intervenções armadas devem sempre ser seguidas de uma autorização da Organização das Nações Unidas (ONU). É a chamada “responsabilidade ao proteger” que já foi defendida pelo Brasil no Conselho de Segurança, em 2011.

Patriota acrescentou ainda que, caso uma intervenção armada seja autorizada, deve ter uso criterioso, e ser proporcional aos objetivos estabelecidos pela ONU. Ele disse que é preciso ter cuidado para não piorar uma situação que coloca em risco os civis e que possa contribuir com mais violência e instabilidade.

Recentemente, a comunidade internacional tem se preocupado com os conflitos no Mali, na África Ocidental, onde forças de segurança do governo combatem os extremistas islâmicos com o apoio da França. Ler mais

(jb.com.br)

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