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Política externa ganha prestígio

20130212072929dip_ag1O director para África, Médio Oriente e Organizações Regionais do Ministério das Relações Exteriores considera a integração de Angola na União Africana um ganho importante, na medida em que deu visibilidade ao país, tornando-o num agente activo para as questões mundiais.
Em declarações ao Jornal de Angola a propósito dos 37 anos da admissão de Angola como 46º membro da União Africana (UA), antes Organização de Unidade Africana (OUA), que hoje se assinala, Joaquim do Espírito Santo afirmou que a entrada do país foi um ganho da diplomacia angolana. “A política externa de Angola estabelece a União Africana como o centro da política externa em África e o facto de estarmos na organização permite-nos ter uma visibilidade internacional”, disse o embaixador.
Joaquim do Espírito Santo lembrou que Angola tem dado uma contribuição importante na evolução da própria União Africana, que nasceu em 25 de Maio de 1963, em Addis Abeba (Etiópia), fundada por 32 estados africanos, já independentes na altura. O director para a África, Médio Oriente e Organizações Regionais do Ministério das Relações Exteriores afirma que Angola sempre optou por uma política externa independente.
O programa do Executivo para os próximos cinco anos estabelece claramente as prioridades para a África. No plano regional, as prioridades recaem para a contribuição que Angola pode dar à eliminação dos focos de tensão e conflitos e a sua prevenção, particularmente nas regiões vizinhas.
O desafio é fazer com que Angola se situe nos lugares cimeiros de África, o que passa pela participação activa nos fóruns de decisão, para consolidar as redes de influência e defender melhor os interesses vitais do país. Outra vertente da política do Executivo é a promoção da candidatura de quadros angolanos para ocuparem posições de relevo nas organizações regionais africanas. No plano bilateral, a prioridade vai para o reforço da cooperação com os países limítrofes e o acompanhamento das comunidades angolanas locais, que precisam de protecção e de apoio consular.

Início do processo

Após a Independência, a 11 de Novembro de 1975, e com a constituição do primeiro Governo, José Eduardo dos Santos foi nomeado ministro das Relações Exteriores, numa altura em que o território angolano tinha sido invadido pelos exércitos do Zaire (actual RDC) e África do Sul. Fruto de uma intensa luta diplomática conduzida pelo actual Presidente da República, Angola foi reconhecida e admitida, a 12 de Fevereiro de 1976, como quadragésimo sexto membro da actual União Africana e, em Dezembro do mesmo ano, na Organização das Nações Unidas.
Além da importante vitória diplomática, cerca de 80 países reconheceram o Governo da então República Popular de Angola, 40 dos quais africanos. A Organização de Unidade Africana (OUA) foi criada a 25 de Maio de 1963, em Addis Abeba (Etiópia), por 32 estados africanos, já independentes na altura. O acto acelerou o fim da colonização do continente.
Pela importância do acto, o 25 de Maio foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas), em 1972, como Dia da Libertação de África. A criação da Organização União Africana traduziu a vontade dos africanos de converterem-se num corpo único, capaz de responder, de forma organizada e solidária, aos múltiplos desafios com que se defrontam.
A 12 Julho de 2002, em Durban, o último presidente da Organização da Unidade Africana, o sul-africano Thabo Mbeki, proclamou solenemente a dissolução da organização e o nascimento da União Africana, para fazer face aos desafios com que o continente se defronta, perante as mudanças sociais, económicas e políticas que se operam no Mundo.
A União Africana tem como objectivos a unidade e a solidariedade africana. Defende a eliminação do colonialismo, a soberania dos estados africanos e a integração económica, além da cooperação política e cultural no continente.

(jornaldeangola.com)

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