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Rede low cost. Se não puder cumprir a lei, Galp fecha o posto

manuel-ferreira-oliveira“Não sei como é que o Estado vai obrigar uma empresa a vender o que ela não quer”, comentou o presidente da Galp Energia quando questionado sobre o que vai a empresa fazer em relação à intenção do governo de impor a oferta de combustíveis low-cost nas redes das petrolíferas. Manuel Ferreira de Oliveira não quer para já comentar até porque não sabe o que o governo tenciona legislar, mas deixa já o aviso. A “empresa cumpre a lei, mas se não puder cumprir porque perde muito dinheiro, fecha a estação de serviço”.

A Galp já está a racionalizar o negócio do retalho dos combustíveis que em Portugal caiu 9% no ano passado e cuja actividade a nível ibérico, incluindo refinação e distribuição, deu prejuízos no ano passado. A racionalização passa pela passagem de áreas de serviço exploradas directamente pela companhia, para revendedores que têm custos mais baixos. “Fazemos o que todas as empresas podem fazer, o investimento está no mínimo, estamos a otpimizar operações, renegociar contratos e racionalizar muito o capital humano, mas sem criar desemprego”. O mercado ibérico de combustíveis caiu para níveis dos anos 90, acrescentou o presidente da Galp durante a apresentação dos lucros de 2012, mas isso não é perpétuo, “vamos sair desta fase difícil”. Apesar as fortes quedas nas vendas de grandes áreas de serviço nas auto-estradas, a Galp cumpre os seus contratos. “Mesmo a sangrar cumprimos, mas se alguém quiser postos em auto-estradas podemos oferecer”. Ler mais

(ionline.pt)

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