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Governo de transição da Guiné-Bissau faz balanço positivo e diz que está para ficar

O Governo de transição da Guiné-Bissau fez hoje um “balanço positivo” dos últimos oito meses de gestão e garantiu que o executivo está para ficar, negando que estejam previstas mudanças.

“O Governo não está de partida”, disse aos jornalistas o porta-voz do governo e ministro da Presidência, Fernando Vaz, a quem coube fazer um balanço do que foi feito, Ministério a Ministério, perante a quase totalidade do executivo.

Nos últimos tempos têm circulado informações em Bissau, não oficiais, de que iria haver uma ampla remodelação do Governo ou mesmo a substituição do atual executivo por outro.

Rui Duarte de Barros, o Primeiro-Ministro do Governo de transição, esteve presente apenas no início da reunião e, numa breve declaração, disse que aquilo que foi feito corresponde às expectativas do que foi definido.

O Governo de transição tomou posse em maio do ano passado, na sequência de um golpe de Estado que derrubou os dirigentes eleitos. Um dos seus principais compromissos era o de realizar eleições em abril deste ano, mas a data será adiada.

Segundo Fernando Vaz, a data das eleições será definida em consenso e não caberá ao Governo escolhê-la, embora o executivo continue a ter a realização das mesmas como “uma das suas principais missões”.

Sendo que já foi feita a cartografia do território, é preciso agora prover os cerca de 700 mil eleitores de Bilhete de Identidade, documento que só 150 mil pessoas possuem, disse.

Fernando Vaz ergueu como principal “bandeira” do Governo o pagamento de salários à função pública, que, disse, está encaminhada, e a reforma das forças de Defesa e Segurança.

000_Par7010830_2_0O porta-voz voltou a insistir com a comunidade internacional para que “faça parte da solução e não do problema da Guiné-Bissau”.

Nas respostas aos jornalistas, falou ainda da questão de corte de madeira por parte de empresários chineses no sul do país, criticada pelas populações locais, afirmando que o Governo de transição intensificou a fiscalização e que já foram apreendidos diversos contentores de madeira em toros, 80 só no porto de Bissau.

Quanto à questão dos direitos humanos, sobre a qual a Liga Guineense dos Direitos Humanos traçou na quinta-feira um quadro negro, Fernando Vaz disse à Lusa que há processos de violação de direitos humanos a decorrer no Ministério Público.

“O Governo tem tomado posições públicas, pedindo a intervenção das autoridades da Justiça para pôr fim às atrocidades”, disse Fernando Vaz, acrescentando: “este Governo não pactua com impunidades”.

Fernando Vaz disse também que permanecem por exportar cerca de 10 mil toneladas de caju, o principal produto do país, e que foram exportadas 140 mil toneladas da última campanha.

Devido à quebra dos preços e ao mau ano, disse, o Produto Interno Bruto da Guiné-Bissau caiu para 2.7, metade do ano anterior. (lusa.pt)

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