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Governo distrital moçambicano nega fraude na distribuição de ajuda às vítimas das cheias

O governo distrital de Chókwè, sul de Moçambique, disse hoje que “não corresponde à verdade” a acusação da ONG Gift of the Givers de uma alegada fraude na distribuição da ajuda às vítimas das cheias.

A Gift of the Givers, da África do Sul, disse na terça-feira ter retirado o seu apoio do maior centro de acomodação das vítimas das cheias no distrito de Chókwè, província de Gaza, sul de Moçambique, em protesto contra a alegada presença de responsáveis do centro na lista dos beneficiários da ajuda.

“Pedimos uma lista de onde distribuir ajuda e a quem a dar. Quando a recebemos, a lista não estava bem organizada, havia nomes suspeitos e decidimos não lhes dar a ajuda a eles”, contou à Lusa Imtiaz Sooliman, fundador e diretor da Gift of the Givers.

Em declarações à Lusa, o administrador do distrito de Chókwè, negou as acusações, afirmando que a organização ignorou o plano de distribuição de apoio às vítimas das cheias elaborado pelo Governo.

“Eu fico triste com estas afirmações. Isso não corresponde à verdade. Alguma intenção eles têm. Se é que fizeram alguma distribuição, essa não foi às vítimas das cheias, foi a outras pessoas que talvez eles saibam ou tinham definido antes de entrar em contacto com o Governo”, disse Alberto Libombo.

Segundo o administrador de Chókwè, a Gift of Givers canalizou a ajuda em locais não previamente acordados com as autoridades pelo Governo, violando as regras definidas para o efeito.

“Eles não cumpriram o plano que haviam acordado com o governo do distrito de Chókwè. Eles não podem sair da África do Sul, chegar e fazerem trabalho a seu bel-prazer, sem nenhuma orientação do governo”, enfatizou Libombo.

As acusações de fraude no apoio às vítimas das cheias já haviam sido rejeitadas à Lusa em Maputo pelo Instituto Nacional de Gestão das Calamidades (INGC) de Moçambique.

“Toda a ajuda é canalizada ao INGC, que assume o comando único de toda a operação de distribuição da ajuda aos necessitados. As entidades que prestam apoio não o fazem diretamente às vítimas, porque quem tem o plano de distribuição é o INGC”, afirmou a porta-voz da entidade, Rita Almeida. (lusa.pt)

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