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Dinheiro do TGV vai servir para pagar dívida da Parpública

Financiamento atribuído ao consórcio que iria construir a linha de alta velocidade foi transferido para a holding do Estado.

O Governo não avançou com a alta velocidade para não aumentar o endividamento, mas foi forçado a mantê-lo, optando por transferir os 600 milhões de euros que tinham sido alocados ao projecto para a Parpública. Este pacote de financiamento servirá, agora, para amortizar a dívida da holding de participações do Estado, ou seja, não haverá TGV, mas o endividamento continua.

E o Governo de José Sócrates, tinha sido assegurado um financiamento do Banco Europeu de Investimento (BEI) no valor de 600 milhões ao consórcio Elos, que ganhou o concurso para a construção da linha entre Poceirão e Caia. No entanto, como esse empréstimo era de taxa variável, a Rave (empresa que geria o projecto do TGV e que foi extinta) transformou-o, em conjunto com o Ministério das Finanças, num contrato de taxa fixa com cobertura de risco (swap), que se revelou vantajoso para o Estado português.

As condições desta linha de crédito são muito vantajosas e a operação de transferência para a Parpública comprova que existia um bom projecto de financiamento para a construção da linha de alta velocidade. Quando o executivo de Passos Coelho tomou posse, percebeu que quebrar este contrato de financiamento custaria entre 150 e 200 milhões de euros, pelo que optou por aproveitar as boas condições, canalizando-o para a holding do Estado. Ler mais

(publico.pt)

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