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“Se aqui em Portugal já há gente a passar fome, porque é que os quadros angolanos insistem em cá ficar quando o nosso país tanto precisa dos seus filhos?”

A secretária-geral da Organização da Mulher Angolana (OMA), Luzia Inglês “Inga”, apelou, segunda-feira, em Lisboa, ao regresso “atempado” ao país dos quadros angolanos, visando contribuir nos esforços de reconstrução do Executivo angolano.

Num concorrido encontro com a comunidade angolana em terras portuguesas, que visou também saudar a data do início da luta de libertação nacional, 4 de Fevereiro, festejado segunda-feira, Luzia Inglês chamou a atenção para o momento oportuno de angolanos na diáspora voltarem “quanto antes” ao país, “num momento em que a Europa vive uma grande crise económica e financeira”.

Se aqui em Portugal já há gente a passar fome, porque é que os quadros angolanos insistem em cá ficar quando o nosso país tanto precisa dos seus filhos?”, questionou “Inga”, para quem “Angola só será forte com esforço de todos os seus filhos”.

A secretária-geral da OMA está em Lisboa, onde participou na reunião do Conselho da Internacional Socialista das Mulheres (ISM), que debateu “a crise financeira internacional e o impacto nas mulheres”.

Sobre o referido tema, Luzia Inglês afirmou que “em Angola, país com um pesado legado colonial e de conflito interno de graves consequências humanas e sociais (…), na procura de soluções sustentáveis e solidárias com todas as camadas da população, a condição da mulher sempre mereceu uma atenção cuidada do Executivo angolano”.

Entre as atenções dadas, a também vice-presidência para a África Meridional da Internacional Socialista de Mulheres (ISM) destacou o enquadramento nos centros de decisão e na procura das soluções fundamentais para os problemas do país.

Ainda sobre a crise económica e financeira mundial, Luzia Inglês disse que a mesma “tem efeitos bastante nefastos nas economias mundiais, com particular incidência nas já débeis economias africanas, agravado com o desemprego, a pobreza, a fome e as doenças endémicas”.

“Apesar das conquistas alcançadas nos últimos anos, as mulheres africanas continuam a ser as últimas a usufruir dos esforços do crescimento devido a sua posição económica e social subalterna, o que resulta numa contínua falta de oportunidades na educação, emprego e na participação nos órgãos de decisão”, disse a secretária-geral da OMA.

Ainda para saudar o 4 de Fevereiro, está previsto para o fim de tarde de quarta-feira, em Lisboa, um outro encontro com a comunidade angolana em Portugal, desta feita orientado pelo secretário-geral do MPLA, Julião Mateus Paulo “Dino Matross”, que toma parte da reunião da Internacional Socialista (IS), que tem o término previsto para hoje.

(portalangop.co.ao)

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