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GLS Holding: A fábrica de sonhos

Não é todos os dias que assistimos ao casamento de uma gigante mundial com um grupo angolano.

A notícia foi a grande manchete do final do ano passado (o acto notarial que selou o “matrimónio” ocorreu, aliás, a 31 de Dezembro) e colocou Eugénio Neto, um empresário mais conhecido pela sua actividade no ramo musical (é mentor da maior parte dos artistas nacionais), sob os holofotes dos media, terreno no qual ele gosta (tal como tantos outros empresários angolanos) de cultivar a maior descrição.


Troca de presentes: Eugénio Neto (GLS Holding) oferece O Pensador ao seu parceiro Dan Heintzelman (presidente da GE Oil & Gas)

O processo, também, decorreu de forma sigilosa. As negociações, segundo Eugénio Neto, tiveram início há dois anos. Mas a joint-venture entre a angolana GLS e a americana General Electric (GE), só foi firmada a 10 de Dezembro de 2010, altura em que a ANIP — Agência Nacional para o Investimento Privado aprovou formalmente o projecto de investimento conjunto no valor de 175 milhões de dólares. Assim nasceu a GE-GLS Oil & Gas Angola cujo capital social é de 50 milhões de dólares.

Apresentado os detalhes do “alambamento” convém conhecer melhor os “noivos”. A centenária GE (fundada em 1892) é, como se diz na linguagem popular, um “bom partido”. Segundo a listagem da Fortune é a 22.ª maior empresa do mundo (era 16.ª no ano anterior). Já a revista Forbes considera-a a terceira. Factura 147,6 mil milhões de dólares, lucra 14 mil milhões e emprega 301 mil pessoas em 130 países. Desde 2005 que pretende posicionar-se como uma das empresas mais “verdes” do planeta. É a quinta marca mais famosa do mundo (segundo a Interbrand), a 15.ª mais admirada (Fortune) e a 19.ª mais inovadora (Fast Company).

A actividade está dividida em quatro grandes segmentos: energia (petróleo e gás, solar e nuclear); tecnologia (automação, equipamentos médicos, aeronáutica, motores, turbinas e locomotivas); serviços financeiros (perderam “gás” face ao braço industrial, desde a crise financeira de 2008); e consumo (electrodomésticos, electrónica, media e entretenimento). A empresa foi notícia no ano passado, devido aos planos do actual presidente, Jeff Immelt, de investir 1000 milhões de dólares em novos produtos e de ter a intenção (muito bem recebida pelos americanos) de trazer de volta algumas fábricas para os Estados Unidos, que tinham sido deslocalizadas para a China e para o México.

Tal como outras multinacionais, está a apostar forte nos países emergentes (China e Índia). O projecto de investimento mais recente é em Mianmar (Birmânia) onde a GE espera facturar anualmente 500 milhões de dólares. Esse é também o valor de um novo contrato de fornecimento de equipamentos petrolíferos à brasileira Petrobras.

A GE Oil & Gas, por sua vez, é uma das líderes mundiais em tecnologias avançadas e serviços para o petróleo e gás, actuando ao longo de toda a cadeia de valor (da extracção ao transporte). Está presente em cerca de 100 países e emprega 35 mil pessoas. A sua actividade em Angola remonta aos anos 50. Em Novembro do ano passado, celebrou um contrato de fornecimento de turbinas de gás à Empresa Nacional de Electricidade (ENE). Em Junho, assinou outro contrato, de longo prazo, com a Angola LNG (gás natural liquefeito), no Soyo, para o fornecimento de equipamentos industriais (turbinas a gás e compressores para o offshore angolano) e de assistência técnica (terá uma equipa residente na fábrica). Em anos anteriores, foi um dos principais fornecedores do projecto CLOV (Total) e do Lobito Tomboco (Chevron).

as áreas de negócio do grupo angolano

O envolvimento na joint-venture GE-GLS Oil & Gas Angola será feito através da sua filial italiana Nuovo Pignone. Marco Caccavale, director-geral da GE Oil & Gas para a África Subsariana, referiu a este propósito que as expectativas de crescimento em Angola são elevadas. “Angola é o país em que o crescimento do petróleo e, em breve do gás liquefeito, é o mais acentuado, tanto no concerne ao incremento da produção petrolífera e ao processamento de gás, como ao nível de reservas provadas. Estamos orgulhosos de poder fazer parte do desenvolvimento do sector petrolífero angolano”, afirmou.

Apesar de “jogar em casa”, sabe-se pouco sobre a GLS Holding — um grupo de investimentos e serviços, de capitais privados angolanos — liderada por Eugénio Neto (veja perfil neste artigo) cujo universo de actividades, para lá do petróleo e gás, inclui a imobiliária, construção, seguros, equipamentos pesados, indústria, agricultura, logística, transportes, saúde, mineração, hotelaria e turismo, cultura, desporto e entretenimento.

No mês passado, a imprensa ficou a saber um pouco mais sobre o ambicioso projecto de construção da nova fábrica no Soyo, de equipamentos subaquáticos e prestação de serviços à exploração de petróleo e gás. Sabe-se o valor do investimento, na ordem dos 175 milhões de dólares, “poderá vir a ser aumentado quando o projecto entrar em velocidade de cruzeiro”, segundo esclareceu Eugénio Neto. Acrescentou que “a fábrica estará pronta em 2015 e criará cerca de 180 postos de trabalho directos”.

O empresário não esconde o seu orgulho na parceria. “Vamos trazer para o país o state of the art das novas tecnologias de produção industrial. A nível da sofisticação tecnológica, a fábrica do Soyo será a quinta do mundo e a primeira em África. Trata-se de uma grande mais-valia para a região do Zaire, para o sector petrolífero angolano e para o país”, justifica. Quanto aos potenciais clientes, o presidente da GLS Holding esclareceu que “a produção dirige-se, antes de mais, à satisfação da procura nacional, embora se equacione também a exportação dos equipamentos para outros países produtores de petróleo, em particular em África”. O empresário acrescenta que o projecto “marcará um patamar qualitativamente novo da presença da GE Oil & Gas em Angola e dará certamente um modesto contributo para o reforço das relações empresariais e de amizade entre Angola e os Estados Unidos”.

Por seu lado, Armindo Costa, um gestor que tem uma vasta experiência no sector petrolífero nacional, presidente da GE Oil & Gas Angola e da joint-venture GE-GLS Oil & Gas Angola, afirmou que “o mercado angolano está a aumentar e o sector petrolífero está a crescer cada vez mais. Há grandes descobertas, há a necessidade de maior capacidade da indústria, a procura de equipamentos é cada vez maior. Hoje, Angola já está a produzir cerca de 2 milhões de barris de petróleo por dia. Por essa razão, decidimos fazer este investimento aqui”.

O executivo não teme a concorrência de outras gigantes do sector como a FMC, Cameron ou State Oil. “A concorrência é forte, mas o importante é produzir equipamentos com qualidade e nós temos esse produto de qualidade.” Comprometeu-se ainda com o esforço de angolanização que está em curso no sector petrolífero nacional. “Um investimento desta dimensão vai necessitar de uma força de trabalho de grande qualidade. Sabemos que não vai ser fácil encontrá-la. Por isso, vamos recrutar e treinar quadros angolanos para que satisfaçam as necessidades do projecto.”

A GE (apesar de no site institucional do grupo ainda não surgir qualquer referência a Angola) também parece fortemente empenhada no sucesso da parceria. Marco Caccavale anunciou inclusivamente que “na sequência da aprovação deste investimento o presidente e CEO da GE, Jeff Immelt, estará em Luanda este mês. Cremos que este projecto, de grande valor acrescentado em conhecimento tecnológico, poderá ser o catalisador de várias parcerias industriais entre empresas americanas e angolanas”. Não é a primeira vez que um alto quadro da GE visita o país.

Por cá já passaram Claudi Santiago, então presidente GE Oil & Gas; John Kreniki , então vice-presidente da GE; John Rice, o actual vice-presidente, e mais recentemente o actual presidente e CEO (desde 2008) da GE Oil & Gas, Dan Heintzelman. O objectivo desta última visita foi informar a concessionária nacional — Sonangol — sobre o andamento do projecto e reafirmar o comprometimento do grupo na sua implementação.

Serviu também para os “noivos” apresentarem a sua nova casa (os escritórios da empresa estão sediados no 12.º andar do Edifício Escom). Durante a cerimónia, marcada pelo tradicional corte da fita, os líderes dos dois grupos trocaram lembranças — uma peça artesanal em pau preto de O Pensador, por parte dos parceiros angolanos, e uma placa gravada com a dedicatória do presidente da GE, do lado dos americanos.

A oferta da placa também tem um valor simbólico. É que Jeff Immelt é um nome em ascensão no firmamento dos grandes líderes empresariais americanos. “Um produto da casa” (entrou para a GE em 1982), liderava a divisão de equipamentos médicos até ser escolhido para a árdua tarefa de suceder ao carismático Jack Welch (mais conhecido por “Neutron Jack”). Não foi fácil herdar o testemunho daquele que foi unanimemente considerado “o melhor gestor do mundo”.

Durante os dez anos de liderança de Jack Welch, a GE cresceu 4000%, uma ambição resumida na sua máxima de “só manter os negócios onde a GE era n.º1 ou n.º2 mundial”. A somar à herança pesada, Jeff Immelt iniciou o mandato quatro dias antes do 11 de Setembro de 2011. Hoje, o mercado parece estar rendido à eficácia discreta deste gestor, licenciado em Matemática, por Dartmouth, e MBA, por Harvard, nomeado por Barack Obama para liderar o alto conselho presidencial para o emprego e a competitividade americana. Ao que tudo indica Eugénio Neto vai trazer mais uma “estrela” para Angola.

Especialista em joint-ventures com paixão pela música aqui

Eugénio Neto, 54 anos, nasceu em Luanda. Esteve no primeiro grupo de estudantes que partiu para a ex-União Soviética em 1976. Licenciou-se em Medicina, pelo Instituto Estatal de Medicina Piragova de Moscovo. O curso demorou seis anos já que o primeiro foi dedicado ao domínio da língua. “Quando cheguei a Moscovo só sabia dizer três palavras em russo”, recorda. Fez a especialidade em Gastrenterologia, pela Universidade Nova de Lisboa, cidade onde chegou a exercer no Hospital Pulido Valente e a fazer bancos de urgência no Hospital de Santa Maria. Na altura vivia em Oeiras, na linha de Cascais, tendo casado (hoje tem dois filhos), em 1987, com Filomena Neto (também licenciada em Medicina, fez carreira em hospitais militares e, em Maio de 2012, foi uma das quatro mulheres das Forças Armadas angolanas promovidas a brigadeiro).

A atracção de Eugénio Silva pelo mundo dos negócios começou em 1993 com a criação da Link Services (o que justifica as iniciais “LS” que dão nome ao grupo) dedicada à consultoria e promoção de negócios. A empresa, que começou como unipessoal, passou a sociedade (da qual Eugénio Neto é sócio maioritário) no início de 1994, por via da entrada da Escom do grupo Espírito Santo.

Na Escom, acumulou vários cargos. Foi adviser, senior adviser, vice-presidente do conselho estratégico e, a partir de 2002, foi sendo, sucessivamente, vice-presidente da Escom Mining, da Escom Energy e da Escom Investimentos e Participações, cargos que ocupa até hoje. Como gestor de topo da Escom foi um dos responsáveis pela constituição de várias joint-ventures, como a Escom-Alrosa (para a sociedade diamantífera do LUO, da qual é um dos administradores ); BHP Billiton-Escom (para projectos mineiros ); China Beya-Escom (investimentos e participações) e Camargo Correia-Escom Cement (construção de fábrica de cimento em parceria com o grupo Gema).

Ao longo deste período, Eugénio Silva foi desenvolvendo, em paralelo, uma actividade própria como empresário, em várias áreas de actividade (caso dos serviços, imobiliária, indústria, agricultura, pecuária e mineração), cuja aglutinação deu origem à GLS Holding e posteriormente ao GLS Investment Group. Mais uma vez distinguiu-se na criação de joint-ventures, tais como a SGA – Sociedade de Gestão de Águas (de que é o presidente ), o CHPA – Centro de Hemodiálise Pluribus Africa (pioneiro da hemodialise privada em Angola, da qual é o vice-presidente), a Tranquilidade (companhia seguradora onde é vice-presidente ) e a referida parceria com a gigante americana GE (GE-GLS Oil & Gas Angola, onde também é vice-presidente).

Esta ligação é especial para Eugénio Neto. “O logótipo da GE sempre foi um símbolo de status para todos os angolanos que sonhavam ter uma daquelas geleiras gigantes. Uma vez, disse-lhes numa reunião, em tom de brincadeira, que o logótipo GE é mais conhecido e respeitado em Angola do que nos Estados Unidos. Gostava de um dia fabricar essas geleiras aqui. Não só pelo lado dos negócios (hoje os electrodomésticos estão longe de ser a área de negócios mais rentável do grupo), mas pela componente emocional”, justifica.

Adepto das parcerias estratégicas entre empresas angolanas e internacionais tem vários negócios em São Tomé e Príncipe, país para o qual viaja com regularidade. Foi um dos fundadores e é o presidente do grupo IPA STP (cujas actividades vão desde o petróleo à tecnologia e serviços); do Centro de Empresas (gestora de participações) e do recém-criado Sol Tropical Group (editora discográfica, eventos, turismo e serviços).

A música e a produção de espectáculos é, no entanto, a área de actividade pela qual Eugénio Neto é mais conhecido em Angola. O grupo inclui a LS Produções (produtora discográfica), LS Republicano (a promotora que mais shows organizou no ano passado), LS Sports, LS Kids ou LS Models. Eugénio Neto também é reconhecido como mentor da carreira da maior parte dos cantores nacionais dos quais é amigo pessoal. Basta referir, por exemplo, que foi o padrinho do casamento de Yola Semedo com Carlos Dias, realizado em Maio do ano passado.

O empresário confessa que a sua ligação à música e à produção de espectáculos começou em Benguela, em 1972 e 1973, quando era responsável pela área da cultura. “Os géneros iam desde o semba e a rumba até à música de intervenção. Trouxemos pela primeira vez o Bonga a Angola”, recorda.

Poucos sabem, porém, que Eugénio Neto esteve envolvido na letra e na composição musical de uma das faixas mais populares da música angolana. Falamos de Funge na Cachupa, celebrizada pelo refrão “nós é irmão”. “A letra foi criada para travar uma briga entre cabo-verdianos e angolanos. No início, estava para ser interpretada pela Ary e o Roger.

Como este é natural da Guiné-Bissau, a letra acabou por fazer referências aos três países. Ary ouviu-a apenas uma vez antes de gravar. Quando começou a cantá-la todos ficámos petrificados. O Roger já não quis entrar e a música ficou mesmo assim. A Ary é uma artista portentosa, uma verdadeira força da natureza”, elogia.

Nos espectáculos, recorda com particular emoção dois momentos. O primeiro, é o FestiAngola, promovido em 2010 com o empresário português Luís Montez, uma verdadeira parada de estrelas que começou às 18 horas e só terminou às 4 da manhã. Pelo palco do Atlântico, onde estiveram cerca de 20 mil pessoas, passaram todos os estilos de música.

Do lado do semba/kizomba “alinharam” Elias Kimuezo, Carlos Burity, Calabeto, Paulo Flores, Bangão, Yuri da Cunha, Jivago, As Ginga, Margareth do Rosário, a Banda Chamavu, Eduardo Paím, Yola Semedo, Konde, Maya Cool, Ary, Heavy C, Pérola, Matias Damásio, Yola Araújo, Caló Pascoal, Sabina Henda e Anselmo Ralph. O hip-hop/kuduro foi representado por Yannick, Big Nelo, Kalibrados, Dji Tafinha, Mr. JD, e Army Squad. Dog Murras, Bruno M, Puto Prata, Noite e Dia e Vavagabanda. Houve ainda tempo para a actuação da Orquestra Infantil Kapossoka, Célsio Mambo, e o grupo de dança Kilandukilu. Os dois últimos protagonizaram os momentos mais electrizantes.

“Pedi ao Luís Montez para colocar a meio do espectáculo o Célsio Mambo, um cantor lírico, e o Paulo Carvalho a interpretar Os Meninos do Huambo ao ritmo e dança dos Kilandukilo. Ele achou que estava louco. No final deu-me razão. As pessoas já conheciam os outros artistas. Esses foram dois momentos inesperados que galvanizaram o público”, justifica.

Outro concerto memorável foi o de Yannick, dos Afroman, nos Coqueiros, em 2009, que bateu o recorde de assistência do recinto (30 mil pessoas). “Levámos a música do gheto aos Coqueiros. As autoridades estavam em pânico com a segurança, mas tudo correu de forma exemplar. Houve o cuidado de não vender bilhetes nas imediações do estádio. Escolhemos pontos estratégicos no trajecto entre os bairros do Rangel ou do Cazenda, até aos Coqueiros”, recorda divertido, fazendo eco das suas famigeradas gargalhadas.


Eugénio Neto tem outras paixões além da música. Gosta de futebol, mas não confessa a preferência por qualquer clube angolano. Apenas pelo Benfica, de Portugal. “Uma vez perguntaram ao Ricardo Salgado, presidente do grupo Espírito Santo, qual era o seu clube. Ele respondeu que era o Botafogo dado que viveu parte da sua vida no Brasil. Foi uma forma inteligente de não ferir susceptibilidades”, diz. Terá sido provavelmente pela mesma razão que Eugénio Neto não revelou à EXAME qual é o seu cantor angolano favorito.

A sua ligação à Medicina mantém-se “viva” sendo membro da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia e da Sociedade Portuguesa de Endoscopia Digestiva. É também membro fundador da Fundação VIDA, dirigida à cooperação, solidariedade social e desenvolvimento, co-organizador e sponsor do Projecto Paleoangola (no qual participa a universidade Southern Methodist de Dallas), membro da União Nacional de Artistas e Compositores, fundador e presidente do Vida Sport Club e do Clube Angolano de Amigos da Ecologia. Como se vê, eis um caso de um empresário com múltiplos interesses. Nos negócios, mas também na vida.

Por Jaime Fidalgo (Exame Angola)

 

 

 

 

 

 

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4 COMENTÁRIOS

  1. Objectivos:
    Buscando empreendimentos, altamente desafiadoras, onde posso adquirir, novas competências, que possa me fazer crescer, juntamente com a empresa, profissionalmente, para contribuir, nos objetivos organizacionais e técnicas, para o desenvolvimento, da empresa supracitada.
    Procurando o emprego, nas vagas, que se encontra em disponibilidade, na empresa, como: de Controlo de Qualidade ou em qualquer vaga disponível que houver oportunidade.
    Eu sou Pedro Luquelo, Angolano e para mais informações liga para seguintes contatos: 940109747, e-mail: luquelolud11@gmail.com

  2. é de facto uma pessoa dedicada no que faz é de louvar a capacidade intelecto desta pessoa (Eugénio Neto) que Deus lhe de mais anos de vida e saúde obrigado por seres assim muito boa pessoa.

  3. É certamente um homem de sucesso. Parabéns
    Se juntarmos a ESCOM e a nova fábrica de cimento PALANCA, que irá ser construída em Benguela, trará certamente um bom incremento ao país, já não falando nos postos de trabalho que surgirão.
    É um grande grupo, com grandes nomes, nomes de sucesso.
    Gostaria aqui de deixar o meu contacto, para a nova fábrica.
    tinasantos014@gmail.com

  4. Não há duvidas que o Dr. Eugênio Neto é um empresario de muito sucesso devendo o mesmo sucesso ha inúmeras batalhas e coragem. Um empresario que não sabe o que é sono, e talvez seja das poucas pessoas capaz de contar as suas horas de sono durante 1 ano. Eu sou um admirador sem adjectivo deste grandessíssimo homem. Como se nao bastasse, nunca ouvi este empresario negar ajuda a quem lhe solicitar. Eu sou um exemplo. querem arranjar um inimigo então falem mal deste empresario diante de mim e verão as consequências na hora. Que DEUS TODO PODEROSO aumente a iluminação da luz do Dr. Eugênio Neto a cada momento que for necessário.
    Elevadíssima consideração com os devidos respeitos.
    Carlos Vera Cruz (OPERLOGISTICS,S.A. “TRANSITÁRIOS”

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