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Fretilin, oposição em Timor-Leste, pede menos gastos públicos e gestão eficiente do dinheiro do petróleo

A Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), único partido na oposição no parlamento timorense, pediu hoje ao governo que garanta mais eficácia nos gastos públicos e uma gestão racional das receitas do petróleo.

“Precisamos urgentemente de uma política macroeconómica e fiscal adequada para combater a pobreza”, afirmou Mari Alkatiri, secretário-geral da Fretilin.

O antigo primeiro-ministro falava no parlamento nacional onde regressou como deputado para participar na discussão do Orçamento de Estado para 2013, que atinge 1,797 mil milhões de dólares (cerca de 1,3 mil milhões de euros).

“A linha de orientação seguida nos últimos anos, por mais boas intenções que tenha na sua base, provou ser inadequada, ineficiente e pouco eficaz”, afirmou Mari Alkatiri, salientando que 60 por cento dos poucos mais de um milhão de habitantes continuam a sofrer de privações.

Segundo o líder da Fretilin, é preciso que o governo promova e garanta mais eficiência nos gastos públicos para haver mais crescimento económico para permitir uma distribuição mais equitativa da riqueza e diminuir a pobreza.

Para isso, salientou Mari Alkatiri, é preciso uma “gestão racional das receitas do petróleo”.

O Orçamento de Estado é financiado pelo Fundo Petrolífero, que em setembro era de cerca de 11 mil milhões de dólares.

“Pela estrutura do Orçamento de Estado só podemos concluir que não existe nenhuma política orçamental e económica coerente com a preocupação de combate à inflação e à pobreza”, disse Mari Alkatiri.

O crescimento económico em Timor-Leste tem rondado os 12 por cento desde 2007, mas tem sido acompanhado de uma inflação elevada que chegou aos 15,4 por cento em dezembro de 2011.

Atualmente, a inflação está estabilizada nos 11 por cento.

Para Mari Alkatiri, a solução para baixar a inflação, que o governo pretende ver estabilizada entre os 3 e os 4 por cento até 2017, passa pela “revisão da política de despesas e gastos públicos”.

Segundo o líder da oposição, é preciso uma política regional de desenvolvimento integrado, a promoção do empreendedorismo, através de apoios ao setor privado e o desenvolvimento da agricultura.

“Olhando para o governo não me deixam dúvidas que ele próprio é um meio de drenar recursos públicos de uma forma pouco eficiente. É um governo grande, enorme, para o país que temos”, disse.

O governo de Timor-Leste tem 55 membros, entre ministros, vice-ministros e secretários de Estado. (lusa.pt)

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