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Banco comercial expande negócios

O presidente do Conselho de Administração do Banco Internacional de Comércio (BIC), Fernando Teles, anunciou em Lisboa que a instituição financeira aguarda autorização do Governo português para absorver o BPN Brasil e BPN Cabo Verde e que pretende expandir-se para os mercados à volta de Angola.

O BPN (Banco Português de Negócios) é um banco de matriz portuguesa adquirido no ano passado pelo BIC por 40 milhões de euros.
“Vamos evoluir para ter uma IFI (instituição financeira internacional) em Cabo Verde e Brasil e, além disso, estamos a analisar também os mercados à volta de Angola”, disse o presidente do BIC.

As propostas para o BPN cabo-verdiano e brasileiro estão feitas e o banco “aguarda que haja decisões” por parte das autoridades portuguesas, o que deve ocorrer “nos próximos meses”, adiantou.
No caso do BPN Cabo Verde, vai ser mantido o modelo de negócio mas, no do Brasil, o objectivo é abrir agências para actuar no retalho, sobretudo para as empresas angolanas e portuguesas presentes no mercado brasileiro.

“Queremos também trabalhar com as empresas brasileiras, sobretudo aquelas que têm negócios com Portugal ou Angola”, adiantou.
Depois de ter liderado o Banco Fomento Angola (BFA, grupo BPI) durante vários anos, Fernando Teles dirige hoje o BIC, do qual é um dos maiores accionistas (20 por cento).

Banco de referência em Angola, o BIC registou acentuado crescimento em Portugal, processo que teve um grande impulso com a aquisição do Banco Português de Negócios, que permitiu alargar a sua rede para 200 agências naquele país.

O crescimento em Angola vai ser prioritariamente orgânico, com o BIC a abrir este ano entre 20 a 30 agências bancárias no país.

À espera da Bolsa

Depois de ter posto de parte uma possibilidade de cotação na Bolsa de Londres, o banco deve dispersar parte do seu capital na futura Bolsa de Valores e Derivativos de Angola, que abre parcialmente este ano .

“Quando houver Bolsa em Angola, o natural é que o banco venha a abrir o seu capital. Há a expectativa de que a bolsa abra ainda este ano, começando a negociar primeiro com títulos do Estado, alargando-se, depois, às empresas”, disse o presidente do BIC.
“O que se prevê é que 2013 seja o ano de início de actividade. Tem havido alguma prudência por parte do Estado angolano, até porque abrir a bolsa é dar liberdade de movimento de capitais e isso é algo que Angola tem estado a ponderar”, adiantou Fernando Teles.

O banco “não tem quaisquer problemas de liquidez”, uma vez que tem fundos próprios de 76 mil milhões de kwanzas e continua a ter “boa rentabilidade”.
Os mercados prioritários são aqueles que estão à volta de Angola, como o Congo, Zâmbia e Namíbia, além dos de língua portuguesa. (jornaldeangola.com)

 

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