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Dividendos da luta armada não estão a beneficiar todos os angolanos, analista político

O analista político, Ângelo Kapwatcha, disse que apesar da conquista da independência, Angola enfrentou um longo período de opressão, violência, cujo efeitos têm sido aumentados pelo desenvolvimento de uma governação discriminatória e corrupta.

Kapwatcha que falava a Voz da América, a margem das celebrações do 4 de Fevereiro que marcou o início da luta pela independência colonial em Angola, referiu que esta data deve fazer lembrar o sonho da liberdade que norteou os heróis da luta contra a opressão colonial portuguesa.

“Parece que precisamos de inventar todos os dias novos 4 de Fevereiros para conseguirmos a emancipação total” disse o analista, acrescentando que “ o sonho que tiveram os heróis de 4 de Fevereiro é o mesmo sonho que têm os actuais revolucionários que estão a desaparecer, que estão a ser raptados tal como o colono fazia.”

No dia 4 de Fevereiro de 1961, depois de esgotadas todas as restantes formas de resistência, recorreram à Luta Armada de Libertação Nacional, como a única via para se livrar do colonialismo português.

O Estado pós-colonial angolano nasceu do caos e da violência de uma guerra civil que desde o início, foi contemporânea da luta pela independência e terminou em 2002, com a assinatura dos acordos de paz de Luena.

“ Na memória de 4 de Fevereiro habita um duplo sentimento: de um lado sentimo-nos gratos pelos esforços porque o colono saiu; de outro lado, verificamos que os dividendos da nossa luta não estão a beneficiar todos angolanos, está beneficiar apenas um grupo menor afecto ao MPLA,” disse o analista

Repudiou o facto de que aqueles que fizeram do dia 4 de Fevereiro um símbolo nacional não serem reconhecidos pelo actual governo.

“ É assim que agente vê muitos antigos combatentes entre os quais velhinhos. (voaportugues.com)

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