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Igreja promove debate sobre morte e feitiçaria

O secretário-geral do Conselho das Igrejas Cristãs em Angola (CICA) pediu à sociedade para encarar a morte como obra de Deus evitando fazer acusações de feitiçaria sempre que se perde um ente querido.
Em declarações ao Jornal de Angola, durante um debate sobre “A vida após morte”, promovido pela CICA, Luís Nguimbi afirmou que esse comportamento tem sido fomentado por indivíduos oriundos de países vizinhos de Angola, com particular destaque para a RDC e Congo Brazzaville, que na ânsia de lucro fácil se fazem passar por “kimbandeiros” ou adivinhadores, evocando falsas acusações sobre as mortes de pessoas nas famílias.
“A população tem falta de ensinamentos sobre essa situação a julgar pelos enormes escândalos que surgem dia a dia no seio de muitas famílias, que gastam avultadas somas em dinheiro para obter informação sobre as verdadeiras causas da morte do seu ente querido”, disse.
Para tentar alterar esta situação, o CICA vai realizar em todas as províncias do país seminários de formação e sensibilização, com a participação de vários líderes de opinião, entre religiosos, funcionários públicos e outros estratos da sociedade, para uma profunda reflexão e discussão sobre as causas, origem e efeitos da morte na vida do homem. “A morte de um membro da família deve constituir um elemento de união e de solidariedade e nunca pode ser vista como via de violência e desunião”, esclareceu.
O moderador do encontro, reverendo António Cufo, destacou a importância do acto, sublinhando que se trata de um assunto que suscita muitas inquietações no seio das populações africanas. “Em muitas comunidades, quando alguém morre, os parentes procuram saber as causas da morte, o feiticeiro que o matou e onde está a sua alma”, referiu. O CICA já realizou actividades idênticas nas províncias de Lunada, Bengo, Malange e Kwanza-Norte.
O fenómeno da feitiçaria em Angola tem sido abordada em vários fóruns.Várias crianças, acusadas de feitiçaria,foram vítimas de adultos e muitas delas apresentam sintomas de pessoas traumatizadas.
O CICA realizou de 24 a 26 deste mês, no município do Negage, um acampamento que decorreu sob o lema “juventude, nova atitude, não à violência e às drogas, juntos unidos no desenvolvimento do Uíge. (jornaldeangola.com)

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