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Prémio de Investigação Biomédica distingue três concorrentes

Luanda – A terceira gala do Prémio de Investigação Biomédica, organizado pela Ordem dos Médicos de Angola (ORMED), prevista para o dia 14 deste mês, vai premiar três concorrentes e atribuir duas menções honrosas.
De acordo com a porta-voz do evento, Paulina Semedo, que falou hoje em conferência de imprensa, os vencedores já conhecidos por parte do júri, num conjunto de 11 concorrentes, vão receber cheques no valor de cinco, quatro milhões de Kwanzas para o primeiro e segundo classificados, e dois milhões e 500 para o terceiro.
Para as menções honrosas, os profissionais reconhecidos pela Ordem dos Médicos de Angola nesta terceira edição vão receber um valor de 200 mil e 500 Kwanzas, num patrocínio exclusivo da CEFHOTEL, uma empresa do Grupo César & Filhos.
Para a avaliação e classificação das obras, o júri analisou a apresentação geral do trabalho, estudo do problema, avaliação da metodologia aplicada, apreciação dos resultados encontrados no estudo, as conclusões, recomendações e os anexos.
Esta 3ª edição apresenta uma particularidade “forte”, pelo facto de todas as obras submetidas ao prémio terem sido aceites.
“Isto demonstra um progresso, ainda que relativo, nos métodos de pesquisa e apresentação de trabalhos científicos, mas também quanto à relevância, pertinência e inovação dos temas estudados”, considerou a porta-voz.
O Prémio de Investigação Biomética (PIBM) é uma iniciativa da Ordem dos Médicos de Angola e visa galardoar as obras intelectuais escritas no domínio das ciências biomédicas, isto é, medicina, biologia, bioquímica, sociologia e psicologia.
Estas obras devem ser fruto de um trabalho de pesquisa e de investigação, cujos resultados possam trazer benefícios ao desenvolvimento da situação social e de saúde, além de contribuir para o fortalecimento de políticas e estratégias em Angola, nestes domínios.
Lançado em 2009, altura em que decorreu a 1ª edição deste prémio, seguiu-se o de 2010 e este ano a ORMED vai atribuir os melhores trabalhos de 2011, numa média de 10 a 11 obras anual apresentados no ramo da medicina.
“Progressivamente tem-se notado uma melhoria não só no rigor científico de que se reveste, mas sobretudo quanto ao local onde os estudos são feitos. A maioria se refere a casos e temas circunscritos ao território angolano e este aspecto tem sido valorizado na altura da análise e classificação dos mesmos”, concluiu Paulina Semedo.
No quadro desta iniciativa, a porta-voz apelou à classe médica e aos grupos de profissionais do ramo das ciências biomédicas para uma investigação forte que possa contribuir para o desenvolvimento de matérias nestas áreas e no caso concreto serem merecedores de uma premiação de tão importante significado. (portalangop.co.ao)

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