Sexta-feira, Fevereiro 3, 2023
6.8 C
Lisboa

ONU condena mutilação genital feminina

A Assembleia-Geral das Nações Unidas aprovou pela primeira vez uma resolução que condena a mutilação genital feminina e pede aos Estados membros penas e acção educativa para travar a prática.
O texto, aprovado na segunda-feira à tarde, madrugada desta terça-feira em Angola, insta os Estados-membros da ONU para que tomem todas medidas, incluindo leis que proíbam expressamente esta prática com o objectivo de proteger mulheres e crianças de “qualquer forma de violência” e por fim à impunidade.
A Assembleia-Geral pediu também um esforço às autoridades, serviços médicos e líderes religiosos e comunitários para que redobrem esforços de forma a aumentar a consciencialização e combater atitudes dos que defendem a ablação do clítoris feminino.
Na decisão da ONU foi também declarado o dia 6 de Fevereiro como o Dia Internacional da Tolerância Zero contra a Mutilação Genital Feminina.
Após a aprovação, o embaixador italiano na ONU, Cesare Maria Ragaglini, que foi um dos principais promotores da iniciativa, destacou que a resolução será um instrumento para ajudar a “mudar o destino” de mulheres e crianças em todo o mundo.
Vários países africanos destacaram a importância do texto para intensificar a luta internacional contra a prática da mutilação genital feminina.

A Assembleia-Geral das Nações Unidas aprovou pela primeira vez uma resolução que condena a mutilação genital feminina e pede aos Estados membros penas e acção educativa para travar a prática.
O texto, aprovado na segunda-feira à tarde, madrugada desta terça-feira em Angola, insta os Estados-membros da ONU para que tomem todas medidas, incluindo leis que proíbam expressamente esta prática com o objectivo de proteger mulheres e crianças de “qualquer forma de violência” e por fim à impunidade.
A Assembleia-Geral pediu também um esforço às autoridades, serviços médicos e líderes religiosos e comunitários para que redobrem esforços de forma a aumentar a consciencialização e combater atitudes dos que defendem a ablação do clítoris feminino.
Na decisão da ONU foi também declarado o dia 6 de Fevereiro como o Dia Internacional da Tolerância Zero contra a Mutilação Genital Feminina.
Após a aprovação, o embaixador italiano na ONU, Cesare Maria Ragaglini, que foi um dos principais promotores da iniciativa, destacou que a resolução será um instrumento para ajudar a “mudar o destino” de mulheres e crianças em todo o mundo.
Vários países africanos destacaram a importância do texto para intensificar a luta internacional contra a prática da mutilação genital feminina. (jornaldeangola.com)

POSTAR COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

- Publicidade -spot_img

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Uíge: UNITA e FNLA acusam Governo provincial de favorecer militantes do MPLA na distribuição de terras

UNITA e FNLA, na oposição em Angola, acusam o Governo provincial do Uíge de excluir seus militantres do processo...

Artigos Relacionados

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com
  • https://spaudio.servers.pt/8004/stream
  • Radio Calema
  • Radio Calema