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Ministério prioriza Antigos Combatentes com 100 por cento de deficiência

(ANGOP) Luanda – O ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Kundi Paihama, afirmou esta quarta-feira, em Luanda, que a prioridade na distribuição das residências aos assistidos recai para os ex-combatentes com 100 por cento de deficiência e para os idosos.
O governante prestou esta informação à imprensa no final de uma visita que efectuou ao projecto de construção progressiva, com 48 casas já construídas, e cinco reabilitadas, no bairro dos Ramiros, no município de Belas, bem como o centro de logística para apoio aos ex-combatentes e veteranos da pátria.
Kundy Paihama mostrou-se satisfeito por se tratar de um projecto antigo e que levou muito tempo para a sua conclusão, estando a sua entrega prevista para dias antes da comemoração do Dia do Antigo Combatente, a celebrar-se a 15 de Janeiro de 2013.
Nesta altura, disse, os técnicos estão a trabalhar na selecção dos beneficiários, que são muitos, mas se vai atender por ordem prioritária, sendo a principal para os deficientes a cem porcento, seguindo-se os idosos e depois as outras faixas etárias.
“Tendo em conta o universo de beneficiários, isto é uma gota no oceano, mas é sempre um bom indicador, na medida em que o primeiro passo constitui a alavanca para o caminhar de processo de construção de mais casas para estes cidadãos que já deram o seu contributo à pátria”, disse.
Esta entrega, acrescentou, vai realizar o sonho de muitos compatriotas e melhorar as residências degradadas de outros, que durante o tempo foram perdendo condições de habitabilidade.
“A qualidade destas casas me deixou satisfeito, porquanto, a tempos fui à província do Cunene e não gostei das residências para os antigos combatentes e veteranos da pátria, por outro, o que está a preocupar o ministério são as ocupações ilegais do espaço reservado para a continuidade das construções”, explicou.
De acordo com o dirigente, esta situação está a ser averiguada pelos técnicos do ministério para se apurar o que aconteceu ou está acontecer.
Para Kundy Paihama, os beneficiários deverão, à semelhança dos outros projectos do governo, pagar uma rende resolúvel num período de até 20 anos, mas num montante a ser estudado pelos técnicos. “Com a arrecadação deste montante se continuará a construir para os outros que também esperam por uma residência”, reforçou.
Por se tratar de um projecto nacional, recordou, mesmo com rendas baixas se vai acumular um montante suficiente para se continuar a fazer casas, sendo que este pagamento está em analise tendo em conta as pensões dos beneficiários e ou outros rendimentos que os mesmos possam declarar.
Por outro lado, estão em análise outros direitos que os antigos combatentes têm e posteriormente trabalhar para a regulamentação dos mesmos, como sendo a isenção ao pagamento de água, energia, alguns meios que possam importar, entre outros, que se pode acrescer às suas pensões. (portalangop.co.ao)

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