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Antigo combatente do MPLA aconselha ex-militares ao diálogo como forma de reivindicar as pensões

O secretário do bureau político para os Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria do MPLA, Francisco Magalhães Paiva “Nvunda”, aconselhou os membros da classe a não recorrerem à força ou manifestações desordenadas para atingirem os seus objectivos.

“Não é com base na força e manifestações que vamos conseguir o que queremos. Sabemos que ainda há muito por se fazer, mas também devemos dar o nosso contributo para que o Executivo resolva os nossos problemas”, frisou, durante um encontro que serviu para esclarecer sobre a importância do voto.
“É necessário que não se deixem levar por falinhas mansas, promessas que depois o vento leva. É necessário que o povo saiba que só o MPLA está em condições de executar acções tendentes à melhoria da vida da população. Por esta razão, os camaradas devem levar ao povo a mensagem do partido, esclarecer quem tem dúvidas e rebater as críticas de forma cívica”, disse.
Na presença de membros do comité central e do bureau político do MPLA, entre os quais Kundi Paihama e Ferreira Pinto, que também é o Secretário para o Departamento de Mobilização e Organização, o político considerou essencial que todos trabalhem para que a população não se deixe levar por mensagens enganosas, apostando na continuidade do partido à frente dos destinos do país.
“A tarefa é árdua e exige de todos um esforço conjugado para que o partido possa dar continuidade ao programa em execução, tendo em conta a melhoria das condições de vida dos angolanos. O MPLA é e continua a ser o único partido que cumpre com as suas promessas, facto comprovado com as acções desenvolvidas desde 2008”, reforçou. Durante a sua intervenção, Francisco Magalhães Paiva “Nvunda” aconselhou os militantes do partido a serem vigilantes e, acima de tudo, manterem uma postura cívica e organizada, de forma a evitar os excessos, mostrando-se sempre melhores e diferentes. Os militantes, simpatizantes e amigos do partido tiveram a oportunidade de colocar questões e inquietações, com base no programa de governação do MPLA.

FONTE: JA

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