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Hugo Chávez pediu aos venezuelanos para trocar a Coca-Cola por sumo nacional

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Não é a primeira vez que o Presidente da Venezuela apela ao consumo de produtos nacionais, mas agora o seu alvo foram as bebidas norte-americanas. Hugo Chávez pediu aos venezuelanos para comprarem o sumo Uvita em vez de Coca-Cola ou Pepsi.

Chávez trouxe a promoção de produtos nacionais para a campanha eleitoral, quando já faltam poucas semanas para as eleições de 7 de Outubro. Desta vez aconselhou o consumo de Uvita, um sumo de uva produzido pela empresa estatal Corpozulia, em vez dos refrigerantes produzidos por empresas estrangeiras, como a Coca-Cola.

O Presidente da Venezuela quer aumentar o consumo de produtos nacionais e está também a promover o vinho produzido na Venezuela. Os seus discursos dominicais têm sido muitas vezes marcados por conselhos relacionados com a comida saudável, a promoção do exercício físico ou outros. Tem aconselhado, por exemplo, que se evite o consumo de drogas ou álcool.

A Venezuela importa grande parte dos alimentos e das bebidas que consome e Chávez tem defendido que comprar produtos nacionais permite reduzir as importações. Tem também ignorado as críticas do seu adversário, o candidato da oposição Henrique Capriles, e prometido que não deixará de usar a rádio ou a televisão venezuelanas para se dirigir aos seus apoiantes, por vezes durante várias horas. As várias estações estão obrigadas por lei a transmitir as intervenções de Chávez, sublinhou o Guardian.

A direcção do Conselho Eleitoral Nacional aprovou um regulamento que proíbe as transmissões e televisão ou rádio que restringem as mensagens dos candidatos presidenciais a três minutos, mas não se pronunciou sobre as emissões especiais conhecidas por “cadenas” que Chávez considera “parte da estratégia de informação do Governo”. Numa dessas emissões, o Presidente venezuelano chegou a dizer: “A burguesia quer que desista de algo que é um direito do Presidente da República mas não irei fazê-lo”. E acusou os canais de televisão, rádios e jornais privados de favoreceram Capriles, adiantou o Guardian.

“A maior parte das rádios, canais de televisão e jornais estão nas mãos da burguesia, disse Chávez. Há 13 anos no poder, o Presidente venezuelano é candidato a um novo mandato de seis anos e as sondagens indicam que será reeleito.

FONTE: Público

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