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FUMA dá primazia a “questões que afligem” a juventude
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FUMA dá primazia a “questões que afligem” a juventude

O presidente da Frente Unida para Mudança de Angola (FUMA), António João Muachicungo disse hoje (sábado), em Luanda, que a sua agremiação política, caso seja governo, dará, entre outras questões, primazia aos “problemas que afligem a juventude”.

António Muachicungo prestou esta informação à imprensa durante a passeata “dedicada a juventude” e que partiu na Praça da Independência para várias artérias da cidade capital, no que foi a última actividade de massas da FUMA, neste período de pré-campanha, a faltarem quatro dias para o início da campanha para as eleições gerais de 31 de Agosto próximo.

“Temos políticas claras com primazia para a juventude, por ser a força motriz da sociedade, por este facto ela vai merecer de uma certa atenção da FUMA, para que ela possa ter acesso ao emprego, a recreação, a educação, saúde, bem como as actividades empresariais”, sublinhou o político.

Entretanto, o líder da FUMA chamou a atenção à juventude para a tomada de iniciativas privadas que concorram na organização de empresas “a todos os níveis” para que os jovens saiam das actividades informais.

“Além dos trabalhos virados para o empreendedorismo juvenil, vai se dar ênfases ao sector dos desportos com políticas claras de construção de escolas tendo em conta os escalões de iniciados, com realce em modalidades de massa como o futebol, andebol, basquetebol”, frisou.

Na quadro das actividades realizadas, neste período de pré-campanha, hoje foi destaque a passeata da juventude da FUMA, direccionada a mobilização da população jovem para votar na coligação e solidarizar-se com o cabeça de lista.

O presidente da FUMA deu a conhecer que “está tudo preparado para a campanha que começa na terça-feira, e por fazer parte dos primeiros na grelha do tempo de antena da televisão pública, está a ser preparada uma apresentação digna de inauguração de um espaço como este”.

Quanto ao “pequeno desacelerar ou a não maximização dos trabalhos de Campanha”, admitiu António Muachicungo, deveu-se a uma morosidade no desbloqueio dos dinheiros alocado para esse fim, por parte dos bancos, apesar de o mesmo ter sido disponibilizado um pouco tarde.

FONTE: Angop

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