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“Desenvolvimento de Angola exige contributo de todos os seus filhos”
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“Desenvolvimento de Angola exige contributo de todos os seus filhos”

O adido de imprensa da Embaixada de Angola em Portugal, Estêvão Alberto, afirmou sábado, em Matosinhos (distrito do Porto), que a nova realidade de desenvolvimento do país exige também o contributo de todos os filhos de Angola.

Falando em representação do embaixador angolano em Portugal, José Marcos Barrica, durante o primeiro encontro Inter-Regional das Comunidades Angolanas Residentes nas Regiões Norte e Centro de Portugal, Estêvão Alberto reiterou as “inegáveis mudanças” nos planos organizativo, político e nas atitudes, acompanhando “um ciclo de reformas estruturantes numa Angola que preconiza alcançar os mais altos patamares ao nível regional e internacional”.

“Estas conquistas e desafios constituem a nova realidade angolana, cujo desenvolvimento não se fará sem o contributo de todos os filhos de Angola”, adiantou Estêvão Alberto.

Adiantou que Angola vive um processo de mudanças em que a consolidação da paz, a reconciliação, reconstrução nacional e a construção da democracia são elementos centrais, resultantes do acordo de paz de 2002, que se afigurou, para todos os angolanos, o culminar de um ponto de partida para o futuro”.

No actual cenário de desenvolvimento do nosso país, considerou como “meta patriótica” a implementação do programa do Executivo e a participação dos cidadãos no processo de reconciliação e reconstrução nacional, “na busca de bases convergentes para o futuro do país melhor que se está a construir para todos os seus filhos”.

Enumerou os objectivos do governo angolano visados em “melhorar a qualidade de vida dos angolanos; garantir o crescimento do país de forma sustentada; consolidar a estabilidade política e reforçar a democracia; reforçar a capacidade institucional do país e melhorar a governação e elevar o prestígio de Angola no contexto internacional”.

Além de ter traçado o retrato da situação actual do país, apresentou também as várias realizações do executivo angolano tendentes a construir a “Nova Angola” e abordou a realização das próximas eleições gerais no país como condição para consolidação da democracia.

O encontro reuniu mais de 1.200 participantes, visando a aproximação da comunidade angolana residente nas áreas de jurisdição consular do Porto, assim como auscultar as preocupações e contribuir para a análise da inserção social e económica em Portugal dos angolanos moradores nas regiões Norte e Centro.

Os trabalhos foram presididos pelo cônsul-geral de Angola no Porto, Bento André Morgado, e assistidos pelos seus homólogos em Lisboa (Cecília Baptista) e em Faro (Mateus de Sá Miranda Neto).

FONTE: Angop

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