ANDA reconhece engajamento do PR em prol do deficiente físico

Luanda – O presidente da Associação Nacional dos Deficientes de Angola (ANDA), Silva Lopes Etiambulo, enalteceu nesta quinta-feira, o engajamento do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, em prol do bem-estar dos portadores de deficiência no país.
Em declarações à Angop a margem do 4º congresso da sua instituição, Silva Lopes Etiambulo referiu que José Eduardo dos Santos tem prestado um apoio moral e material e se engajado para a melhoria das condições sociais dos deficientes, tendo exarado, em 2011, dois decretos presidenciais que orientam o governo a traçar políticas e a criação do secretariado das pessoas com deficiência.
Adiantou que os ministérios dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, da Assistência e Reinserção Social, entre outros, são instituições públicas que têm prestado apoio incondicional aos deficientes físicos.
Segundo o responsável, a inserção sócio profissional dos deficientes é crescente, por estarem a ser formado deficientes todos os meses.
Acrescentado que em todo o território nacional existem centros profissionais do Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social, que têm ministrado formação aos deficientes.
A ANDA, acrescentou, tem estado a incentivar os deficientes a fazerem cursos nas escolas de formação profissional, participarem na criação das micro empresas, de cooperativas e associações de camponeses, de forma a eliminarem no seio dos deficientes o desemprego.
Sobre as acções para garantir a assistência aos portadores de deficientes, frisou que as organizações de deficientes têm realizado campanhas de sensibilização aos cidadãos, governantes, políticos e organizações para que a assistência seja sempre uma realidade.
Sobre a aprovação da lei da pessoa portadora de deficiência, Silva Lopes Etiambulo sublinhou que é satisfatório, por permitir que os visados tenham certas regalias e benefícios para facilitar a inserção do deficiente.
Relativamente ao comportamento da sociedade perante a pessoa portadora de deficiência, o interlocutor disse que a conduta não é ainda das melhores, tendo exemplificado que “as pessoas não dão prioridade aos deficientes nos bancos, nas paragens de autocarros e mesmo familiares não apoiam os seus semelhantes.
O dirigente da ANDA regozijou-se com o sucesso que alguns deficientes têm tido nas várias actividades da vida social.
“Na ANDA temos vários activistas sociais, que têm feito o seu trabalho com profissionalismo, outros são responsáveis seniores em cargos de destaque em empresas públicas e privadas, na mecânica, serralharia, entre outras”, avançou.
Fonte: ANGOP

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