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Centro tecnológico concede formação em parceria com instituição japonesa

O Centro Integrado de Formação Tecnológica (CINFOTEC) procedeu quarta-feira, em Luanda, à abertura do primeiro curso de Data Cabling Sistem, cinco meses depois de ser certificada como instituição de treino autorizado pela empresa japonesa, Furukawa, líder mundial em processamento de comunicações de dispositivos ligados à Internet e tecnologias de informação.
Com uma duração de 40 horas, o curso é ministrado por cinco instrutores angolanos certificados pela Furukawa no Brasil, na área das Tecnologias de Informação e Comunicação, supervisionado pelo coordenador dos Centros de Treino Autorizados, Jony Wilson Zatariano, que está em Angola.
Outros três cursos desta parceria, FCO Profissional, FCP fibra óptica e FCP Master arrancam logo após a finalização do curso Satã Cabling Sistem, que conta com a participação de16 formandos.
O director do CINFOTEC, José Lourenço, disse que a intenção é atingir a categoria de instituição de excelência em termos de formação tecnológica, que apenas é possível com a dedicação dos trabalhadores e participação das empresas na formação dos jovens.
“Finalmente, somos hoje um centro de treino autorizado, graças à forma de actuação projectada”, sublinhou o director.
Inês de Almeida, representante do Instituto Nacional da Formação Profissional, disse que estes cursos marcam o início de um ciclo de formação com qualidade. Acrescentou que o estabelecimento da parceria entre o Estado e outros actores intervenientes na formação profissional e emprego constitui uma das medidas definidas pelo Executivo.
Inês de Almeida declraou que o aprofundamento das relações e do  intercâmbio com as empresas detentoras de tecnologia e o seu envolvimento na formação e monitorização visa garantir mão-de-obra especializada às empresas. “A parceria vai permitir que os quadros angolanos estejam ao mesmo nível dos estrangeiros”, esclareceu.

O director pedagógico do CINFOTEC, Gilberto Figueira, disse que anteriormente os certificados entregues apenas eram reconhecidos no país e não no estrangeiro.
Gilberto Figueira defendeu a exigência de empresas para a certificação de técnicos angolanos por via de instituições internacionais que detêm maior experiência na formação tecnológica.
Gilberto Figueira reforçou que os técnicos formados nesta área vão receber um certificado reconhecido a nível internacional para terem acesso às informações de segmento de redes, notícias e actualização de soluções tecnológicas, que surgem nos fabricantes em ritmo bastante acelerado.

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