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Subida do “rating” de Angola

A agência de notação Fitch reviu em alta a perspectiva (“outlook”) da dívida soberana de Angola de estável para positiva, apresentando como justificação políticas monetárias e fiscais mais prudentes.
“A revisão da perspectiva de Angola para positiva reflecte as políticas económicas prudentes do Governo que ajudaram a repor e a fortalecer as contas públicas, o que faz com que o país fique menos vulnerável a uma quebra nos preços do petróleo”, pode ler-se no comunicado divulgado pela Fitch.
Depois de chamar a atenção para a necessidade de introdução de melhorias nos domínios da regulação, governação e respeito pela lei, a agência adiantou que a inflação mantém-se teimosamente elevada devido aos elevados custos com transportes e alta percentagem dos produtos que têm de ser importados.
Em Julho do ano passado, a Fitch e as outras duas agências de notação norte-americanas, Moody’s e Standard & Poor’s, elevaram a nota da dívida soberana de Angola.
A Fitch e a Standard & Poor’s elevaram a classificação de Angola de “B+” com perspectiva positiva para “BB-”, com previsão estável, enquanto a Moody’s elevou a nota de “B1” com perspectiva positiva para “Ba3”, com previsão estável.
Em 2011, a Fitch disse ter dado destaque ao facto de Angola ter ultrapassado de forma relativamente rápida o efeito da crise financeira global de 2008-2009, reforçando a sua política macroeconómica ao combinar medidas de ajuste fiscal e monetário com a recuperação dos preços internacionais do petróleo, para regularizar uma parcela substancial de pagamentos acumulados em 2009 e manter a trajectória de recuperação das reservas internacionais.
A agência Moody’s, por seu turno, identificou três factores que alicerçaram a sua decisão de elevar em 2011a notação de Angola, o primeiro dos quais foi a melhoria nas contas fiscais e cambiais do nosso país, propiciada pela recuperação dos preços do petróleo. A Standard & Poor’s realçou naquela altura a melhoria dos resultados das contas fiscais e externas, prevendo que preços altos do petróleo e do gás natural, bem como o aumento da produção, dariam suporte à economia no horizonte de 2011 a 2014.

Fonte: JA

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