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Prestação cultural angolana tem bom nível – Manuel Gonçalves

Yeosu – A prestação cultural de Angola na Expo Yeosu 2012 tem sido boa até agora, atendendo ao nível de espectáculos que têm sido realizados, considerou terça-feira, o membro da subcomissão de Cultura da Comissão Nacional da Expo, Manuel Gonçalves.

Numa avaliação que fez à Angop e RNA, Manuel Gonçalves sublinhou que toda a pré-produção foi realizada em Angola e para aquilo que é o elenco presente, tanto o grupo permanente que tem estado a fazer várias animações, não só no pavilhão mas em diversos recintos da Expo, como outros artistas convidados para o efeito, tem feito espectáculos muito interactivos.

Esta interacção tem sido notória entre, por exemplo, Lulas da Paixão e o grupo Nguyami Maka, o Kintuendi Yunduta, com as bailarinas do Kina ku Moxi, para além do Duo Canhoto que tem estado a fazer também uma performance muito boa com o grupo Nguami Maka.

Um outro momento importante dos espectáculos, de acordo com a fonte, tem sido as actuações dos músicos Walter e Nicol Ananás e da Canícia que “trazem outro rosto daquilo que é a música angolana”.

Manuel Gonçalves revelou que até ao fim da Expo, a 12 de Agosto, uma série de caravanas artísticas, escalarão o palco da exposição, sendo que a segunda caravana vem para celebrar o Dia Internacional da Criança, a assinalar-se a um de Junho.

Assim, vão integra-la o Gegé Kuia Bué, a turma “Brincando com Alice”, liderada por Alice Berenguel, o grupo de dança “Tuabixila” e outros dois cantores infantis, a Tininha, do distrito do Cazenga e o “mister Robson”, do Rangel.

Para o Dia de Angola (20 de Julho) a caravana será composta, entre outros, pelo ballet tradicional Kilandukilo, o grupo Semba Muxima, Esmeralda Kissanga, Edy Tussa, Danny L, Gabriel Tchiemba e Lina Alexandre.

Uma outra comitiva trás o grupo “Kamba dya Muenho”, que privilegia o folclore angolano, Ângela Ferrão e Bela Chicola, enquanto que a última caravana vai ser integrada pelo grupo “Ueya”, a Companhia de Dança Contemporânea de Angola, grupo carnavalesco “União Mundo da Ilha” e o musico Voto Gonçalves.

Quanto a recepção do público sul-coreano, Manuel Gonçalves disse que embora o mesmo seja um pouco fechado, tímido, os artistas angolanos tem estado a fazer com que os espectáculos sejam capazes de criar uma interacção, o que tem arrastado alguns deles aos palcos.

Solicitado a dar uma opinião sobre a obra Sagrada Esperança, editada em coreano, que será lançada sexta-feira, no pavilhão de Angola, no Dia de Africa, reputou o acto de significativo porquanto é a cultura angolana a ser trazida para a Ásia e, no caso particular, para o povo sul-coreano.

“Se nós conseguimos ler autores de outros países, porque não os asiáticos passarem a a ler os nossos autores?”, questionou-se Manuel Gonçalves para acrescentar que não é só um elemento significativo como é, acima de tudo, “um elemento de diplomacia”.

Referiu que a cultura e o desporto podem fazer muito mais pelo país e este lançamento, em sua opinião, vem justamente traduzir isto, que é conhecer a literatura angolana através de Agostinho Neto e outros escritores e de realizações que “vendam” a imagem nacional como aquilo que tem sido representado no pavilhão de Angola na presente Expo de Yeosu.

Fonte: Angop

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