InicioAngolaRegiõesGoverno projecta erguer 50 mil e 60 moradias até 2014

Governo projecta erguer 50 mil e 60 moradias até 2014

Benguela – O Governo da Província de Benguela prevê construir 50 mil e 60 moradias até Dezembro de 2014 , anunciou hoje (quarta-feira), nesta cidade, o director provincial local do ordenamento do território, habitação, urbanismo e ambiente, Zacarias Kamwenho.

O responsável, que em conferência de imprensa apresentava o balanço da implementação do programa habitacional do governo na província de Benguela, sublinhou que para se atingir esta pretensão estudam-se construções públicas, auto-construção dirigida, privadas e por cooperativas.

De acordo com o director, a actualização que se pode fazer do programa que está sendo implementado desde 2009, no domínio público foi contemplada com 10 mil casas, nas quatro localidades do litoral (Benguela, Baia Farta, Catumbela e Lobito), contra as 4.150 que tinham sido definidos inicialmente em 2009.

Zacarias Kamwenho realçou ainda que, neste mesmo domínio, com o anúncio no ano passado do programa de construção de 200 fogos habitacionais em cada sede municipal, o número de residências triplicou para mais de mil e 400 residências.

No domínio privado do ponto de vista previsional, segundo o director, o número aumentou, uma vez que a previsão em 2009 era de dois mil fogos e passou para cerca de 25 mil fogos.

“No domínio das cooperativas em 2009 as perspectivas eram de cerca de oito mil fogos, existindo apenas dois mil projectos, o que demonstra alguma dificuldade do sector cooperativo a nível de Benguela”, referiu.

Alertou aos empresários de cooperativas habitacionais a redobrarem esforços para se firmarem, uma vez que nas quatro opções são os que mais recebem incentivos fiscais.

Zacarias Kamwenho acautelou que a secção de auto-construção dirigida, que em 2009 tinha uma previsão de 114 mil e 750 fogos, e neste momento com apenas pouco mais de 16 mil, deverá crescer por ser a mais dinâmica.

“Neste item contabilizamos todas as habitações e lotes que venham a ser regularizados, no quadro do subprograma de regularização fundiária”, disse.

O responsável acrescentou que o sector que dirige procederá a entrega de títulos a cidadãos que se encontram a habitar em bairros novos e regularizados.
Fonte: Angop

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