InicioMundo LusófonoNATO: Passos defende «impulso» na partilha de capacidades

NATO: Passos defende «impulso» na partilha de capacidades

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, defendeu hoje que a partilha de capacidades, entre os países membros da NATO, «precisa de receber um impulso maior» para «poupar recursos» assegurando a operacionalidade.

À margem da Cimeira da NATO, que hoje começou em Chicago, Estados Unidos, Passos Coelho afirmou que a principal tarefa dos líderes dos países membros, até segunda-feira, será assegurar que a retirada do Afeganistão, até 2014, decorre como previsto e garantir a «paz e a capacitação das forças afegãs» a partir de então.

Decorrente da última cimeira da NATO, em Lisboa em 2010, «a nova visão de partilha de capacidades» entre os aliados, precisa de ser “avaliada” e de “receber um impulso maior”, prosseguiu Passos Coelho.

“É essa avaliação da capacitação do que deve ser tomado em conjunto, para poupar recursos e ter melhor produto final das condições de intervenção e segurança, que será analisada”, afirmou.

Citando fonte do governo norte-americano, o New York Times noticia hoje que o presidente Barack Obama irá apresentar um novo pacote de iniciativas da NATO que incluem a compra de uma frota de aviões não-tripulados (“drones”), partilha de armamento e instalações de treino.

Outro objectivo do plano será o reforço da capacidade de defesa nuclear da Europa, e um ponto central do anúncio de Obama será a entrega à NATO do controlo dos componentes de um sistema de defesa antimíssil, instalado pelos Estados Unidos, segundo a mesma fonte.

Sobre o Afeganistão, o secretário-geral da NATO, Anders Fogh Rasmussen, assegurou, no início da Cimeira, que a aliança não vai precipitar a sua saída, apesar da decisão da França de apressar a sua retirada.

“Não haverá uma retirada precipitada. Vamos manter-nos comprometidos com a nossa operação no Afeganistão até ao seu sucesso final”, disse Rasmussen aos jornalistas, antes do início da cimeira da NATO, em Chicago, Estados Unidos, destinada a definir 2014 como prazo final para a retirada da missão internacional.

Fonte: Diário Digital com Lusa

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