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Desafios passam pela defesa do país

A Marinha de Guerra Angolana tem um grande desafio pela frente porque vai ser chamada a prestar serviços fundamentais na defesa do país, disse o comandante adjunto para a Educação Patriótica, Lando Filipe Viper, no encerramento da formação de um grupo de 60 recrutas que agora vão fazer a especialidade.
Lando Filipe falava durante a cerimónia de juramento da bandeira do segundo grupo de instrução militar básica, para o ingresso na Academia Naval, que ontem iniciou o ano lectivo.
O almirante Lando Filipe disse aos cadetes que no período da campanha eleitoral e nos dias posteriores às eleições, devem manter a mais rigorosa disciplina, não aderindo a qualquer prática que perturbe a ordem pública. Acrescentou que os militares não podem candidatar-se a nenhum cargo político enquanto permanecerem no activo, “pois os militares são apartidários e por isso não podem participar em campanhas políticas, sob a pena de sanção nos termos da lei.
Os cadetes que terminaram a recruta de 45 dias juraram bandeira, comprometendo-se perante a pátria a serem militares honestos, valentes, disciplinados e vigilantes, respeitarem o povo e o seu património, guardar no mais rigoroso sigilo os segredos militares do Estado, servir as Forças Armadas Angolanas, cumprir e fazer cumprir incondicionalmente as Leis da República, os deveres militares e as ordens do comandante em chefe.
Os cadetes juraram ainda defender e ser fiéis a pátria, estarem sempre prontos a lutar pela defesa e salvaguardar a sua soberania e integridade territorial, com o sacrifício da própria vida, combater em qualquer parte do território nacional sem ceder perante o inimigo, nem atraiçoar os seus compatriotas mesmo sob a ameaça de morte ou captura. “Se violarmos este juramento à bandeira, que sejamos severamente punidos nos termos da Leis militares e que para mim se dirija todo o ódio do povo angolano” disseram os cadetes. O almirante Lando Filipe disse que um dos direitos maiores e um dever cívico relevante, é votar para a escolha dos deputados e do Presidente da República.  Lando Filipe lembrou ainda aos cadetes que a independência do país não foi alcançada “por um mero decreto ou de um acordo internacional, ela foi alcançada graças à vontade dos filhos de Angola que lutaram sem tréguas num desprezo total pelas vidas”. Edjane Sicota dos Santos Diogo, uma das cadetes, manifestou a sua satisfação e disse que “foi preciso muito esforço e dedicação”.

Fonte: JA

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