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Agentes munidos de conhecimentos

Um grupo de 122 agentes e supervisores em cartografia está em formação em Luanda, desde segunda-feira, no quadro da preparação pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) do censo populacional e habitacional, previsto para o próximo ano.
O coordenador da subcomissão de cartografia, Benjamim Afonso, disse à Angop que os técnicos em formação, durante oito dias, vão ter a missão de recolher os dados necessários para a actualização do mapa cartográfico nacional e o consequente seccionamento das áreas de acção das equipas.
A partir do dia 23 deste mês, segundo Benjamim Afonso, os agentes cartográficos vão iniciar o processo de recolha de dados, visando a actualização da carta cartográfica angolana, trabalho que vai demarcar os locais de actuação para os membros das equipas do censo populacional.
Benjamim Afonso destacou a importância deste trabalho para o censo populacional, a decorrer de 16 de Julho a 18 de Agosto de 2013. O motivo do seu entusiasmo tem a ver com o facto de os agentes censitários estarem munidos de instrumentos e informações cruciais para a execução de um trabalho eficiente e rápido.
“As equipas que estamos a formar por todo o país vão servir de desbravadores para a tarefa a seguir, que é o censo populacional”, sublinhou Benjamim Afonso. Em Luanda, adiantou, vão ser constituídas 22 equipas de cartográficos, cada uma composta por quatro membros, entre as quais um supervisor. Cursos semelhantes já se realizaram nas províncias do Bengo, Benguela, Cunene, Huambo, Kuando-Kubango, Kwanza-Norte, Kwanza-Sul, Malange, Namibe, Uíge e Zaire.
O trabalho de recolha de dados vai ser executado por recenseadores, recrutados localmente e formados para o efeito.  A cada recenseador vai ser atribuída uma área definida e delimitada, designada por Secção Censitária (SC), contendo em média cerca de 100 habitações na área urbana e 80 na rural. Benjamim Afonso afirmou que o Recenseamento Geral da População e Habitação é uma operação estatística complexa e dispendiosa e permite que todos os indivíduos estejam em contacto com o Sistema Estatístico Nacional, por envolver a população.
O objectivo é fornecer informações de referência sobre as características da população (demográficas, económicas e sociais) e das famílias, elementos essências para um planeamento, pesquisas e tomada de decisões administrativas e políticas eficazes.

Angola não realiza o recenseamento geral da população e habitação desde 1970, antes da independência de Portugal.
As Nações Unidas recomendam que os países devem fazê-lo, pelo menos, de 10 em 10 anos.

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