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Angola aberta ao Mundo

Angola tornou-se já uma marca representativa nas diversas exposições universais, que lhe confere o estatuto de país aberto ao mundo, disse ontem a comissária nacional na Expo Yesou 2012, Albina Assis.
No primeiro dia da Expo, 2.806 pessoas visitaram o pavilhão angolano. Para esta edição, o país trouxe como bandeira o Manatim (peixe boi) e o projecto ligado ao desenvolvimento sustentável “Angola LNG”.
Em declarações à imprensa angolana em Seul, no segundo dia do evento, Albina Assis defendeu que tudo deve ser feito para que o país continue a granjear a simpatia e o respeito que já conquistou a nível do mundo. “Angola é a nossa terra e devemos amá-la no sentido de torná-la também amada pelos outros. É esse o nosso dever como angolanos”, referiu.
Em relação à presença no certame, a comissária nacional da Expo disse tratar-se de mais uma participação, em que se procura “torná-la mais incisiva e que mostre realmente a Angola em construção: uma Angola diferente”.
Questionada sobre os ganhos da participação angolana nestes eventos, Albina Assis disse acreditar que a intenção dos investimentos que os países fazem nestas exposições internacionais é mesmo para serem conhecidos e poderem mostrar ao mundo o que são e melhorar o intercâmbio com as outras nações.
“É exactamente pela mudança e dinâmica nestes empreendimentos, que também serve de teste para o que é efectivamente o país”, notou, acrescentando que Angola é um dos poucos países da África subsariana que tem um pavilhão independente, o que tem suscitado grande interesse nos visitantes de diferentes quadrantes.
Outro aspecto que ajuda a que o pavilhão seja bastante concorrido, deve-se à sua prestimosa participação na Expo Xangai 2010, pelo que as pessoas querem saber como é que Angola está representada desta vez em Yeosu. Embora a região que alberga a Expo, a cidade portuária de Yesou, seja uma zona com fraca densidade populacional (300 mil habitantes), Albina Assis augura que o número de visitantes ao pavilhão de Angola atinja níveis razoáveis.

Reconhecimento do Executivo

Em declarações à imprensa angolana na abertura do evento, o ministro Georges Chicoti, que representou o Executivo na cerimónia,  afirmou que a participação angolana nas diversas exposições universais já realizadas demonstra o nível de crescimento e a maturidade do país, nas mais diferentes áreas,
Momentos depois de visitar o pavilhão de Angola na Expo Yeosu 2012, aberta pelo chefe de Estado sul-coreano, Lee Myung-bak, o ministro sustentou que o país é relativamente novo na arena internacional e precisa de apresentar-se de várias formas.
“Temos de mostrar às pessoas as suas actividades e aquilo que há de relevante para o Mundo conhecer. Penso que a nossa participação nas exposições universais é uma boa forma de promover o país, porque há uma comunidade internacional muito ampla, ávida de saber o que é Angola, onde se situa e qual o seu nível de crescimento”, ressaltou.

Criatividade e inovação

Georges Chicoti manifestou-se impressionado com o que viu no espaço de Angola, onde notou que “o essencial da vida política, social e económica do país está bem representado”. Como exemplo, falou do stand da Sonangol, que retrata a exploração do petróleo e os cuidados com a protecção do ambiente.
O ministro das Relações Exteriores elogiou a criatividade e o profissionalismo patentes no pavilhão, a tecnologia utilizada e o facto de ter sido usado material local reciclável na sua construção. “Acho que o pavilhão corresponde às expectativas, porque o que apreciei aqui é essa introdução que começa pelas questões institucionais, sociais e, sobretudo, culturais”, concluiu Georges Chicoti.
O ministro das Relações Exteriores esteve acompanhado do embaixador de Angola na Coreia do Sul, Albino Malungo, do director para a Ásia e Oceânia, André Panzo, e da Comissária Nacional da Expo, Albina Assis.
A Expo Yeosu 2012, cuja cerimónia de abertura aconteceu na sexta-feira e que tem o encerramento agendado para o dia 12 de Agosto, conta com a participação de 105 países e dez organizações internacionais e decorre sob o signo “A Vida dos Oceanos e Costas”.

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