InicioCiências e TecnologiaAngola terá primeira mediateca central em Agosto

Angola terá primeira mediateca central em Agosto

Luanda – A mediateca central da rede de mediatecas de Angola (Rema) será inaugurada a 10 de Agosto deste ano, informou hoje, em Luanda, o vice-ministro para as Tecnologias de Informação, Pedro Teta.
O responsável prestou esta informação no acto de apresentação da fase terminal da rede de mediatecas de Angola, que prevê a construção de um total de 25 mediatecas, de forma faseada.
Explicou que esse processo não vai substituir as bibliotecas já existentes, mas vem dar um suporte complementar no aumento de conhecimento científico e não só da população.
Inicialmente, precisou, estão a ser construídas no Soyo (província do Zaire), em Saurimo (Luanda Sul), Huambo, Lubango (Huíla) e em Benguela, com o valor de construção de 28 milhões de dólares norte-americanos.
O projecto, lançado a 11 de Novembro de 2010, pelo presidente da República, José Eduardo dos Santos, terá capacidade de albergar até duzentas e 50 pessoas. Conta inicialmente com perto de dez mil livros e mais de cinco mil DVD.
De acordo com o coordenador da Rema, a rede será um depositário de conhecimento territorial, uma ferramenta muito valiosa para melhorar o desenvolvimento territorial, facilitando o acesso à informação, o aprendizado permanente e a capacitação dos usuários.
Será ainda um apoio à pesquisa, um ponto de encontro que facilitará o intercâmbio e a geração compartilhada de conhecimentos, promovendo a identificação e documentação do conhecimento endógeno não explícito.
As mediatecas vão também favorecer e fomentar a criação artística e cultural digital, devendo ser um espaço dinâmico e vivo, com pendor à criatividade e interacção e gestão do conhecimento e inovação social.
Através das mesmas, disse a fonte, abrir-se-á um espaço ao debate e à inovação, como componente imprescindível do desenvolvimento territorial.
Para si, empresas, universidades, instituições culturais, centros de pesquisa, especialistas e cidadãos tornar-se-ão partes vitais das actividades das mediatecas, compartilhando projectos, conteúdos e serviços, criando de forma conjunta e contribuindo para a dinamização e desenvolvimento de seu território.
Fonte: Angop

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