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Executivo fará ajustamento salarial a partir deste mês

O ministro da Administração Pública, Emprego e Segurança Social, António Pitra Neto, anunciou hoje, em Luanda, que o Executivo vai fazer, a partir deste mês, um novo ajustamento salarial na função pública.

O governante fez este pronunciamento na conferência de imprensa para apresentação do balanço das actividades do Executivo no primeiro trimestre de 2012, tendo explicado que no ajustamento salarial efectuado será adoptado como critério a taxa de inflação esperada.

Esclareceu que “com as políticas em vigor houve uma recuperação do poder real de compra, com a diminuição das taxas de inflação que tem sido visíveis há sensivelmente um ano e que foi se acentuado nos últimos meses”.

Ao falar sobre a formação profissional, disse que o país conta aproximadamente com 60 mil postos formativos, a nível dos municípios, comunas, bairros, com cobertura nacional, que foi crescendo a partir de 2002.

“Estimamos hoje que o nosso nível de crescimento, a nível de capacidade formativa no período 2002-2011, tenha sido mais de 250 porcento. Para isto contribuiu não só as unidades formativas públicas, mas também as privadas”, clarificou.

Explicou que o sistema de formação profissional está estruturado em quatro níveis, sendo o de nível um que atende os jovens sem o perfil académico mais adequado para entrar no mercado de trabalho.

O Estado tem que atender esta demanda de jovens sem formação alguma e para isto apareceram os pavilhões de artes e ofícios, em todo o país, especificou o titular da Administração Pública, Emprego e Segurança Social.

Já o nível dois, explicou, ocupa-se fundamentalmente em preparar uma mão-de-obra mais qualificada, e que deve responder a demanda do médio e grande investimento.

Acrescentou que existem centros de formação para este nível e para três e quatro, que é para mão-de-obra altamente qualificada.

Para António Pitra Neto, a questão que se põe é saber se é possível um país como Angola, com as suas limitações, insuficiências e debilidades, ter capacidade de formar a quantidade qualidade de mão-de-obra que os seus desafios de reconstrução e de crescimento impõe.

Adiantou que o país ainda precisa de mão-de-obra estrangeira para auxiliar os angolanos nos próximos desafios de reconstruir o país.

“Temos necessidades de criar políticas, através das quais possamos orientar a presença de mão-de-obra não nacional, em sectores onde as nossas possibilidade não permitem ter técnicos nacionais com a quantidade e qualidade necessária”, frisou.

Disse que o país tem que ter a capacidade de formar a todos os níveis, em particular no sector primário e secundário da economia, mão-de-obra nacional especializada, para a prazo possuir técnicos fortes nos postos de trabalho e fazer face aos grandes desafios.

FONTE: Angop

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1 COMENTÁRIO

  1. tem de ser assim numa faze como esta em que aproximam-se as eleições e tendo em conta o nosso nivel de crescimento, o executivo sta a fazer boa coisa mais é necessario que mantenham uma boa fiscalização para que os preços no mercado não suba.

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