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Sede da Edições Novembro com sala de leitura e Internet

A ministra da Comunicação Social, Carolina Cerqueira, inaugurou ontem, em Ndalatando (Kwanza-Norte), a nova sede da Edições Novembro, um edifício moderno, totalmente apetrechado com meios digitais de última geração.
O novo empreendimento conta com dois pisos, albergando no rés-do-chão o Centro Nacional de Leitura e um ciber-café. No primeiro piso funciona a direcção provincial do Kwanza-Norte da Edições Novembro, empresa detentora do Jornal de Angola, Jornal dos Desportos, Economia e Finanças e Cultura.
Na sua intervenção, Carolina Cerqueira salientou que a nova sede da Edições Novembro e do Centro Nacional de Leitura  é uma iniciativa piloto, antecedendo outras que hão-de surgir em breve em todo o país.
“Hoje, temos aqui as Edições Novembro com um edifício grandioso, que vai beneficiar a província, não somente os habitantes de Ndalatando, mas de todos os municípios à sua volta e outras cidades, assim como as populações que passam por esta terra, que é um eixo circulatório para outras regiões do nosso país”, disse a ministra.
Carolina Cerqueira recordou que estamos numa nova era. “Hoje é possível ao nosso jornal circular de Cabinda ao Cunene às primeiras horas do dia, é possível ouvir a nossa rádio e ver a nossa televisão em mais zonas do nosso país, em zonas recônditas onde era impossível, alguns anos atrás, conseguir a captação da imagem, o som, o verbo e, sobretudo, a modernidade e progresso que Angola está a conhecer nos nossos dias.”
A ministra salientou que a comunicação social é um sector transversal que diz respeito à vida das populações em todas as direcções e reiterou o seu papel fundamental na educação e informação das populações, na preparação de todos e de cada um para o dever cívico de votar com ­patriotismo e sensatez, de modo a poderem escolher livremente os dirigentes e os líderes do futuro.
Carolina Cerqueira agradeceu a disponibilidade e a prontidão com que a direcção da Edições Novembro assumiu a missão de levar a cabo este repto de se conseguir, em pouco tempo, tornar realidade este grande sonho que vem embelezar a cidade de Ndalatando e dignificar todos os seus filhos e filhas.

“Estamos em presença de uma obra arquitectónica muito bonita e, por isso, sentimo-nos lisonjeados”, afirmou o vice-governador Pereira da Silva, que considerou que ela é motivo de orgulho, por ser a primeira sede da Edições Novembro no país a dispor de uma sala de leitura e multimédia, para usufruto dos cidadãos de Ndalatando, em particular, e da província do Kwanza-Norte, em geral.
Testemunharam o acto, o ministro das Novas Tecnologias de Informação, Pedro Teta, os Presidentes dos Conselhos de Administração da Edições Novembro, TPA e Angop, funcionários da RNA, membros do governo local e o bispo da Diocese de Ndalatando, Dom Almeida Canda. Marcaram, ainda, presença, administradores das Edições Novembro e funcionários da direcção-geral, membros do Ministério da Comunicação Social, autoridades tradicionais, estudantes e convidados.

Melhores condições laborais

O presidente do Conselho de Administração da Edições Novembro, José Ribeiro, garantiu ontem, em Ndalatando, que a empresa vai continuar a criar centros de trabalho com instalações modernas e bem apetrechadas.
José Ribeiro, que falava durante a inauguração do primeiro centro nacional de leitura, disse que tais infra-estruturas visam garantir melhores condições laborais que garantam o bom exercício da actividade jornalística.
O centro nacional de leitura de Ndalatando é considerada a mais moderna infra-estrutura da cidade, a julgar pela qualidade da planta e equipamentos. Alberga um “cyber café” com 18 lugares, além do centro de leitura com capacidade para 50 pessoas.
O piso superior alberga a área de redacção, com 12 computadores, gabinetes do chefe editorial e dos delegados provincial e técnico, salas de administração e reunião, copa e casas de banho.
Durante o acto de inauguração, José Ribeiro frisou que o novo centro faz parte de um projecto elaborado pelo Ministério da Comunicação Social, com o objectivo  de promover a cultura nacional e ao mesmo tempo mobilizar a juventude para a busca do conhecimento, através da leitura e investigação na Internet.
José Ribeiro sublinhou que o primeiro centro nacional de leitura nasceu em Ndalatando por razões de natureza histórica, visando homenagear um grupo de nacionalistas intelectuais liderados por António de Assis Júnior.
“A empresa Edições Novembro, ao projectar e construir o edifício, quis levar a cultura nacional a todos os cidadãos, sem excepção, produzindo conteúdos informativos com rigor e profissionalismo, sem esquecer as responsabilidades sociais que visam a formação e educação dos cidadãos”, frisou José Ribeiro.

*Com Marcelo Manuel

Fonte: JA

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