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Isabel dos Santos torna-se na maior accionista da Zon

Uma sociedade detida por Isabel dos Santos comprou a participação qualificada que a Telefónica tinha na Zon. A empresária angolana passa a ser a maior accionista da Zon, com uma posição de 14,918%.

A Jadeium, empresa sedeada na Holanda que é controlada por Isabel dos Santos, comprou mais 4,918% do capital da Zon, confirmou a empresa liderada por Rodrigo Costa em comunicado. Esta posição foi adquirida por Isabel dos Santos à Telefónica, apurou o Negócios junto de fonte oficial da empresária angolana.

Isabel dos Santos pagou 2,50 euros por cada acção da Zon, um preço que incorpora o dividendo da Zon que será pago aos accionistas ainda este mês. Deste modo, Isabel dos Santos investiu 38 milhões de euros nesta operação, mas receberá em breve 2,4 milhões de euros em dividendos (16 cêntimos por acção), pelo que o preço do investimento descontado do dividendo é de 2,34 euros.

A Zon encerrou hoje a valer 2,574 euros, com uma queda de 0,77%. O que compara com o preço de 2,50 euros (com o dividendo) a que foram compradas as acções.

Com esta aquisição, Isabel dos Santos passa a ser a maior accionista da Zon passando dos actuais 10%, controlados pela Kento Holding, para o 14,918%. O segundo maior accionista (até agora primeiro) é a CGD (10,88%) e o terceiro é o BPI onde a filha do presidente de Angola também aumentou a sua posição.

Anteontem, dia 7 de Maio, foi divulgado o reforço da posição da empresária angolana no BPI, onde detém agora 19,39% do capital, constituindo-se como a segunda maior accionista, logo a seguir ao La Caixa.

Isabel dos Santos pagou 50 cêntimos por cada acção que comprou aos espanhóis do CaixaBank, passando a deter 19,4% do banco português, contra os anteriores 9,9%.

De acordo com o comunicado do La Caixa emitido anteontem, dia 7 de Maio, “o preço acordado” para a aquisição do BPI “é de 46.710.165 euros”, o que corresponde a 0,50 euros por acção, acrescido de um juro de 2,5% que será aplicado desde hoje (dia em que foi celebrado o acordo) até à concretização da operação”.

FONTE: Jornal de Negócios

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