InicioEconomiaResultados do desempenho das empresas devem reverter a favor dos trabalhadores

Resultados do desempenho das empresas devem reverter a favor dos trabalhadores

As empresas angolanas devem procurar que os números do seu desempenho operacional e financeiro resultem em benefício dos trabalhadores, afirmou na quinta-feira, no Lobito, o ministro dos Transportes.
Augusto Tomás, que falava por ocasião do seminário subordinado ao tema “Empresas Felizes, Trabalhadores Felizes”, em curso naquela cidade, referiu que a responsabilidade social das empresas deve estar voltada para o apoio aos trabalhadores nas áreas de saúde, transporte para o local de trabalho, alimentação no serviço, formação profissional e apoio habitacional.

Os salários, acrescentou o ministro, devem permitir uma capacidade crescente das pessoas satisfazerem as suas necessidades, ainda que sejam externas às empresas, e tudo isso deve ser seguido gradualmente, em clima de diálogo, de forma sustentável e de acordo com os meios que a actividade de cada empresa é capaz de gerar.
Augusto Tomás considerou, por outro lado, que o Porto do Lobito tem estado a registar avanços no que toca ao seu projecto de reabilitação e modernização e anunciou que um terminal mineiro e outro de contentores ficam concluídos em Agosto, além do novo cais de atraque e dos novos edifícios administrativos, que também estão em vias de conclusão.

O ministro avançou, ainda, previsões que apontam para um incremento do tráfego internacional de mercadorias, o que vai provocar melhores resultados financeiros do Porto do Lobito e aumentar a capacidade de prestar mais atenção às necessidades dos trabalhadores.
O Porto do Amboim, revelou o governante, vai ter um novo projecto, cujos estudos se encontram muito avançados, pelo que pediu aos trabalhadores daquele empreendimento para terem esperança, serem optimistas e persistirem na via do diálogo harmonioso.

“O sector dos transportes tem carácter transversal, é essencial para a mobilidade dos cidadãos e para a actividade das empresas, contribui para o combate à pobreza, para o desenvolvimento agrícola e rural, coesão territorial e nacional e para a redução das assimetrias regionais”, salientou Auguto Tomás.

O director do Porto do Amboim, Armando Farramenta, frisou que a falta de infra-estruturas faz com que a empresa que dirige ainda não possa exercer a sua actividade na totalidade, mas que, ainda assim, têm sido dados passos significativos no capítulo da formação profissional dos seus trabalhadores.

O Presidente do Conselho de Administração do Porto do Lobito, por sua vez, enalteceu os esforços que o Ministério dos Transportes tem empreendido para a reabilitação e modernização daquela unidade portuária, com vista a enfrentar os desafios do futuro.

FONTE: JA

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