InicioAngolaFundação Agostinho Neto discute papel da governação

Fundação Agostinho Neto discute papel da governação

A Fundação António Agostinho Neto promoveu ontem, em Luanda, uma palestra subordinada ao tema “o dia seguinte dos dirigentes e governantes”, cujo objectivo foi saudar o nonagésimo aniversário natalício do primeiro Presidente do país e fundador da Nação.
A presidente da Fundação afirmou, na abertura da sessão, que democracia não se pode resumir a um mero mecanismo para decidir quem deve exercer o poder e criar equilíbrios sociais.
A viúva de Agostinho Neto também salientou a importância de se reflectir sobre a herança e o legado deixado pelos governantes. Os temas “herança de quem parte”, “a orfandade de quem fica”, e “a alternância e a limitação de mandatos” foram debatidos no encontro, cujos oradores foram João Melo, Lopo do Nascimento e Marcolino Moco. O primeiro daqueles oradores disse que grande parte da “burguesia emergente” está pouco comprometida com o desenvolvimento do país e prefere investir no estrangeiro.
Lopo do Nascimento enalteceu “a obra e carreira política exemplar” do Presidente Agostinho Neto e caracterizou o actual exercício da política como “um elevador financeiro e social”.
Marcolino Moco, também enalteceu a figura do primeiro Presidente do país, defendeu a criação de sociedades abertas e declarou que o problema da alternância em Angola deve ser colocado às pessoas que exercem cargos.
No segundo painel, com temas “a escolha do novo líder”, “o património das famílias” e “ficar em Angola ou partir”, os oradores foram Bonavena, Vicente Pinto de Andrade e Sousa Jamba. Na sessão participaram deputados, diplomatas e interessados.

FONTE: JA

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