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Conselho Nacional de Comunicação Social destaca responsabilidade do jornalismo angolano

O Conselho Nacional de Comunicação Social (CNCS) associa-se a todos os profissionais do sector no firme propósito de contribuir, com os meios à sua disposição, para que o jornalismo angolano assuma cabalmente as suas responsabilidades de forma cada vez mais livre e pacífica.

Numa declaração tornada pública por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que hoje se assinala, refere que o lema escolhido pelas Nações Unidas para as comemorações deste ano: “Novas vozes – a liberdade dos meios de comunicação ajuda a transformar as sociedades”, é bastante sugestivo, actual e oportuno e impele os jornalistas a reflectirem sobre o seu verdadeiro papel social.

O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, prossegue, é uma ocasião para relembrar ao mundo quão importante é proteger um dos direitos fundamentais da pessoa humana que é a liberdade de expressão.

O 3 de Maio constitui também, para o Conselho Nacional de Comunicação Social, uma oportunidade para se promover discussões e debates sobre a importância da liberdade de imprensa como uma das garantias para consolidação dos regimes democráticos de igual modo, para se discutir sobre o papel da imprensa na política, na economia e na defesa dos direitos humanos.

Aproveitando a proximidade da realização das eleições gerais em Angola, aquele órgão apela aos jornalistas para que garantam a difusão e o esclarecimento sobre opiniões, projectos e propostas que todas as formações políticas, sem excepção, apresentarem aos cidadãos durante a campanha eleitoral.

Na sequência dos seus reiterados apelos em torno de uma maior abertura da comunicação social ao debate contraditório e à apresentação de uma informação plural, o CNCS aproveita o lema deste Dia Mundial da Liberdade de Imprensa para chamar a atenção dos gestores dos midias para a necessidade do muito que ainda há por fazer em direcção à completa reconciliação de uma Angola felizmente já em paz.

O conselho manifesta o seu pesar pelo passamento físico do jornalista Feliciano Mágico, no acidente ocorrido com um helicóptero da Força Aérea, na província do Huambo, no passado mês de Março, e a propósito chama à atenção das autoridades e empresas de comunicação no sentido de se velar de uma forma responsável pela segurança dos jornalistas.

A questão da segurança dos jornalistas, que o ano passado foi tema de uma importante reunião ao nível do sistema das Nações Unidas, continua a colocar-se em Angola, nomeadamente na perspectiva da criação de melhores condições de trabalho que previnam a ocorrência de determinados acidentes, lê-se na declaração.

O conselho chama a atenção que a ausência condigna das mesmas (condições de trabalho) não só afecta o bom desempenho dos jornalistas como também pode colocar em risco as suas vidas.

FONTE: Angop

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