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Sindicato defende salário mínimo nacional compatível com cesta básica

O presidente do sindicato provincial da União dos Trabalhadores Angolanos Unta-Confederação Sindical em Benguela, Joaquim Laurindo, defendeu esta terça-feira a atribuição de um salário mínimo nacional compatível com o custo da cesta alimentar básica.

Para Joaquim Laurindo, que interveio no acto provincial comemorativo ao Dia Internacional do Trabalhador, o aumento do valor do salário mínimo nacional, ajustando-o ao custo da cesta básica, é uma das dez exigências da pauta reivindicativa da Unta e do movimento sindical para atender às actuais preocupações dos trabalhadores.

O responsável referiu-se à participação das centrais sindicais na discussão do 1º emprego para a juventude, o cumprimento do papel fiscalizador do Estado sobre o sistema de preço que vem desvalorizando o salário e o reforço do mecanismo de apoio e protecção ao trabalhador portador do Vih/Sida.

Segundo ele, ainda constam das prioridades dessa pauta reivindicativa a criação de mecanismos que responsabilizem os empregadores que não depositam nos cofres do Instituto Nacional de Segurança Social os descontos efectuados aos salários dos
trabalhadores.

Em seu entender, a regulamentação da legislação laboral, tendo em conta o trabalho doméstico, a criação e gestão do fundo social das empresas e o funcionamento dos seus postos médicos são acções fundamentais a desenvolver, com vista à dignidade do trabalhador.

FONTE: Angop
Frisou que continuam a preocupar o movimento sindical, entre outros, o desajustamento e o baixo poder de compra do salário mínimo nacional, o desemprego no sector público e privado, a subida dos preços dos produtos alimentares básicos, o encarecimento do custo de vida e a precariedade da protecção social.

De acordo com Joaquim Laurindo, a constante desvalorização do diálogo social no contexto laboral é, tal como as violações sistemáticas dos direitos dos trabalhadores, outra preocupação que têm centralizado as atenções do movimento sindical angolano.

Também considerou que a luta pela resolução dos problemas mais prementes dos trabalhadores exige dos sindicatos a elevação da capacidade de actuação, organização e melhoria do seu poder interventivo e reivindicativo, estando previsto para breve acções tendentes ao resgate da distribuição equitativa da renda nacional.

Decorrido no largo 1º de Maio, na cidade de Benguela, o acto provincial ficou marcado pelo tradicional desfile de sindicatos em representação dos diversos ramos da actividade social, económica e produtiva da província, em que participaram mais de 10 mil trabalhadores.

Actualmente a Unta-Confederação Sindical controla mais de 22 mil trabalhadores vinculados a empresas filiadas nos diversos sindicatos na província de Benguela.

FONTE: Angop

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