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Lei do empreendedorismo estimula os novos negócios

O economista angolano Afonso Chipepe afirmou ontem, em Luanda, que a recente lei sobre o empreendedorismo, adoptada pelo Executivo, permite o surgimento de novos empresários em todas as esferas da economia nacional.
O surgimento de novos empresários proporciona novos empregos, pois são eles que criam constantemente novos postos de trabalho e fazem o país crescer economicamente.

São os pequenos empresários que inovam e fazem surgir novos mercados, produtos e desafios, disse, à Angop, Afonso Chipepe.

“O Executivo deve seguir nessa direcção, pois é a certa para o alcance dos mais nobres objectivos de crescimento e desenvolvimento sustentável de Angola” afirmou.
O economista considerou que o empreendedorismo tem um papel crucial na criação de rendimento e de postos de trabalho, na medida em que possibilita que os pequenos, médios e grandes empresários criem algo novo ou não se conformem com o modo como se encontra a situação de conjuntura.

O empreendedorismo, referiu, deve constituir uma meta de alcance estratégico de resolução dos problemas que afligem a maioria da juventude que, durante os longos anos de conflito, não teve a oportunidade de estudar e de se superar profissionalmente.

Na óptica do economista existe uma relação recíproca entre o micro-crédito e o empreendedorismo, pois, deve existir um equilíbrio para os projectos não serem iniciados e em seguida abandonados. O ímpeto empreendedor é importante, mas precisa de ser gerido para os novos empreendimentos obterem os resultados esperados, sublinhou Afonso Chipepe.
“Quando falamos de empreendedorismo não é necessário que seja restrito às novas invenções, deve ser visto como um aprimoramento dos negócios das empresas para que se provoque a inovação com óptimos resultados”, afirmou.

A presente lei, referiu, procura soluções para problemas de organização e produção e traz ideias inovadoras que podem ser desenvolvidas sem custos elevados.

Afonso Chipepe referiu que o empreendedorismo constitui a chave do êxito das empresas de hoje, pois, o capital intelectual faz o mundo moderno acreditar que os empreendedores são os agentes económicos activos do momento.
Os gestores têm que se lançar no mercado, serem criativos e pró activos, pois somente assim é que as empresas se mantêm e têm êxito financeiro, frisou.

As habilidades, os conhecimentos e as atitudes inerentes ao empreendedor incentivam os interessados a criarem o seu próprio negócio e isso é importante para Angola, pois cada empresa aberta representa mais impostos, mais empregos e uma possibilidade de crescimento sustentável no país, no combate ao desemprego e à pobreza, estes últimos, fenomenos que já contam com programas de iniciativa do Executivo sublinhou.

FONTE: JA

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