InicioAngolaEstado poderá deter posição superior a 20% no capital do BCP

Estado poderá deter posição superior a 20% no capital do BCP

 Estado poderá vir a deter uma posição como accionista daquele que já foi considerado o maior banco privado português. Participação será superior a 20% do capital, noticia hoje o “Diário Económico”.
O Governo planeia deter uma posição como accionista do BCP no âmbito do plano de recapitalização do banco, que vai necessitar de recorrer a parte dos 12 mil milhões de euros que a troika disponibilizou como recurso de apoio à recapitalização da banca portuguesa.

O banco liderado por Nuno Amado deverá necessitar de 2,5 mil milhões de euros, refere o “Diário Económico”, que avança a intenção do Estado de deter uma participação directa no capital da instituição. A necessidade de reforço de capital resulta da exigência do Banco de Portugal  de um rácio “core tier one” superior a 10%, até ao final do ano.

As carências de capital do banco serão asseguradas, em 1,5 mil milhões de euros, pelo recurso a capital contingente (“CoCo’s”), que não implica um participação directa do banco. Os restantes mil milhões serão assegurados por accionistas do e também pelo Estado, que desta forma passará a ser accionista.

Naturalmente, a entrada do Estado na estrutura accionista do BCP não é consensual entre os actuais accionistas, que preferiam que o reforço de capitais do banco fosse feita apenas com recurso à emissão de obrigações contingentes. Entre os opositores a este regime estão os accionistas angolanos, que controlam cerca de 15% do banco, lembra o jornal diário no seu “site”.

Os títulos do BCP iniciaram a sessão a valorizar 0,93% para 0,108 euros.

Fonte: Jornal de Negócios

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