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indústria petrolífera em Angola registou uma dinâmica sem precedentes

A indústria petrolífera angolana registou uma dinâmica sem precedentes na costa ocidental de África e é hoje referência mundial.
O vice-ministro dos Petróleos, Aníbal da Silva, explicou, no Painel “O Petróleo em África – Visão Periférica”, em Hamburgo, que, apesar de Angola ter uma capacidade produtiva de cerca de dois milhões de barris por dia, apenas produz 1,7 milhão de barris dia, tendo em conta as regras definidas pela OPEP.
“O Petróleo em África – Visão Periférica” foi um painel do VI Fórum Germano-Africano de Energia, que decorreu de 22 a 25 de Abril em Hamburgo, Alemanha, durante o qual Aníbal da Silva, em representação do titular da pasta, abordou questões ligadas à indústria petrolífera e do gás em Angola.
Sublinhou que “a indústria petrolífera em Angola registou uma dinâmica sem precedentes na costa ocidental de África, tornando-se uma referência mundial no desenvolvimento e produção de campos de petróleo em águas profundas”.
Aníbal da Silva prestou uma informação sobre a história da produção petrolífera em Angola, desde o início dos trabalhos de prospecção, passando pelo início da exploração pela Petrangol, a criação da Sonangol, a publicação da Lei 13/78, que estabelece a Sonangol como concessionária exclusiva da indústria petrolífera em Angola, que marcou a reorganização do sector.
Falou ainda dos maiores projectos em curso no sector dos petróleos em Angola, nomeadamente o Sanha (Bloco 0), o BBLT (Bloco 14), o Kizomba A, B, (Bloco 15), Dália & Rosa (Bloco 17), PazFlor (Bloco 17) e o Polo PSVM (Bloco 31), bem como o projecto das novas refinarias do Lobito e do Soyo, o Sonagás-Angola LNG e as fontes renováveis de energia, biocombustíveis. O vice-ministro referiu-se à forma como podem ser criadas associações para intervir no sector dos petróleos em Angola, nomeadamente fazendo referência às leis que regulam a actividade petrolífera, isto é, a 10/04 da Actividade Petrolífera, a 11/04 do Regime aduaneiro aplicável ao sector, a 13/04 das taxas nas actividades petrolíferas e outras em vigor.
O Fórum Germano-Africano de Energia é patrocinado pelo Ministério Federal-Alemão de Economia e Tecnologia, que tem como parceiros o Ministério dos Negócios Estrangeiros, a Associação de Produtores Africanos de Petróleo (APPA), a União Árabe de Energia Eléctrica (AUE), a Câmara de Comércio de Hamburgo, a Feira de Hannover e a União dos Produtores, Transportadores e Distribuidores de Energia Eléctrica em África (UPDEA).
A VI edição do Fórum Germano-Africano de Energia debateu a energia solar, eólica, bicombustíveis, gás e petróleo. Cerca de 300 especialistas, empresários e entidades governamentais, a maioria africanos e alemães, participaram no evento, que culminou com uma visita à Feira de Hannover, que fica a uma distância de 151 quilómetros de Hamburgo.

FONTE: Jornal de Angola

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