InicioAngolaGovernante advoga aplicação de várias medidas para estancar delinquência juvenil

Governante advoga aplicação de várias medidas para estancar delinquência juvenil

O secretário de Estado para os Direitos Humanos, António Bento Bembe, advogou a aplicação de medidas políticas, económicas e educacionais, em diversas vertentes, para estancar o índice de delinquência juvenil que se regista no país.

Em entrevista à Angop, o membro do Executivo defendeu à necessidade de se trabalhar na educação para o resgate dos valores éticos e morais, com o envolvimento de várias personalidades dos diversos sectores da sociedade angolana.

“As autoridades tradicionais, professores e entidades religiosas desempenham um papel fundamental na educação da juventude para o resgate dos valores morais e éticos, cuja acção deve estar aliada a criação de incentivos”, frisou.

De acordo com António Bento Bembe, “a questão da delinquência depende muito do estado de espírito de cada pessoa, pois muitas deles, apesar das condições mínimas de sobrevivência, não deixam de praticar actos delitivos, pelo impõe-se a necessidade de levar-se a cabo um trabalho de libertação da mentes”.

Referiu que algumas correntes defendem que a delinquência cresceu bastante por falta de emprego, facto que considerou como uma das causas, mas não o factor determinante.

Na óptica do Secretário de Estado para os Direitos Humanos devem ser aplicadas medidas, como a educação dos jovens, mostrando que não é através da prática de crimes que irão solucionar os seus problemas.

“É preciso que se leve a cabo um trabalho sério, contando com a colaboração das famílias, as quais tem uma grande responsabilidade sobre os filhos e a juventude, porque se a família não for protegida iremos ter ainda muitas problemas”, sublinhou.

O governante opinou que quando a família é destruída os filhos têm a tendência de se tornarem bandidos, uma vez que já não recebem o amor, a educação nem o carinho dos seus pais, ficando melancólicos e psicologicamente doentes, produzindo muita frustração na sociedade.

Apontou, por outro lado, a questão da saúde, quando os pais não assumem a responsabilidade, fazendo filhos sem antes criarem condições mínimas, assim como a fuga a paternidade e maternidade.

FONTE: Angop

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