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País carece de maior preparação para o combate ao crime organizado

A sofisticação extrema do crime organizado faz admitir que o País carece de maior preparação para o seu combate, uma vez que se encontra quase na situação de paraíso da criminalidade de organizações, principalmente (maxime) nos crimes cibernéticos, afirmou hoje, em Luanda, o procurador geral adjunto da República junto da câmara do crime do Tribunal Supremo, Agostinho Domingos.

O procurador afirmou tal facto, quando dissertava sobre o “Estado da criminalidade em Angola” na reunião co-organizada pela Procuradoria Geral da República (PGR) e a Polícia Nacional sob o lema “Educar o Cidadão e Prevenir contra o Crime para pacificar a Sociedade”.

Segundo o prelector, as organizações criminosas e os seus agentes vêm colocando ao seu serviço os mais sofisticados avanços tecnológicos e os meios mais eficazes para a realização criminosa em si e para impedir a acção repressiva ou até preventiva da autoridades judiciárias.

Desta feita, disse, propõe que seja efectuado um exame objectivo e sem preconceitos à organização e funcionamento do sistema judicial penal onde cada um dos sectores judiciários é parte integrante, no sentido de se apurar o grau de satisfação ou insatisfação.

Relativamente ao sistema judicial penal do Estado, reafirmou que este existe para prestar o serviço de justiça aos cidadãos nos termos constitucionais, ou seja assegurará a defesa dos direitos e interesses públicos e privados.

Assim sendo, referiu, é necessário que se reflicta sobre os mecanismos a adoptar para a comunicabilidade entre o sistema judiciário e a sociedade na edução do cidadão para a prevenção contra o crime e o seu acesso à justiça, como forma de tornar a sociedade mais pacifica.

A seu ver, para uma justiça penal mais eficiente tem de se procurar agir no sentido de credibilizá-la para que esta não fique desacreditada, pois ao acontecer poderá constituir um factor de grande insegurança social e afectará de igual modo o saudável crescimento económico do País.

Participam no encontro, que irá decorrer até quinta-feira, e orientado pelo Procurador Geral da República, João Maria de Sousa, o ministro do Interior, Sebastião Martins, representantes de órgãos afectos ao sector, procuradores provinciais junto dos órgãos de investigação criminal, directores da DNIC, DNIIAE e DPIC’s das 18 províncias.

Fonte: Angop

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