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Sudão do Sul na mira da sonangol

Negociador nato em várias missões de Estado, Lopo do Nascimento, depois de ter aberto canal sudanês para a incursão da Sonangol no Sudão do Sul, viaja novamente na próxima semana para Juba, capital do novo país ascendido a Independência a 14 de Julho de 2011 para voltar a encetar contactos com as autoridades locais com vista a expansão da penetração da nossa petrolífera naquele país.

Depois de ter obtido o concurso de um campo petrolífero, a Sonangol, segundo apurou o Novo Jornal de fonte oficial, poderá vir a ter acesso a um novo campo de maior dimensão, que era detida pela antiga Elf.

Não é a primeira vez que Lopo do Nascimento é enviado do Presidente Eduardo dos Santos, com quem manteve recentemente um encontro privado, para intermediar essa operação. A 24 de Outubro passado, o deputado do MPLA encontrou-se em Juba com Barnaba Benjamim, Ministro de Informação do Sudão do Sul a quem anunciou que a Sonangol iria fazer investimentos naquele país.

Lopo do Nascimento conhece bem algumas das actuais autoridades do Sudão do Sul quer ao tempo em que era Presidente da Comissão Económica das Nações Unidas na Etiópia, após ter sido Primeiro-Ministro Sudão do Sul na mira da sonangol Prazo de 20 dias após decreto presidencial e antes de assumir a pasta do Plano.

O conhecimento dalguns dos principais dirigentes do Sudão do Sul remonta ainda ao tempo em que muitos deles, no período que o país ainda estava unificado, estiveram em Luanda a caminho de Cuba onde foram receber formação.

Neste momento, a produção de petróleo naquele país – que detém cerca de 75% de meio milhão de barris/dia do Sudão unificado ou seja, mais de metade das jazidas petrolíferas situadas em território sudanês – está suspensa em resposta à cobrança, imposta pelas autoridades de Cartum, de uma taxa de 36 dólares por cada barril de petróleo que transite pelo Sudão do Norte.

Face a sua dependência de Cartum, as autoridades do Sudão do Sul projectam construir três refinarias e um oleoduto de 3.600 quilómetros até ao porto queniano de Lamu. As tarifas pagas a Cartum, para utilizar os seus oleodutos e outros serviços são consideradas por Juba como “exorbitantes” e, segundo Spencer Keny, consultor do Banco Mundial para o desenvolvimento do sector privado no Sudão do Sul, deverão levar as autoridades deste país a reorientar a sua estratégia petrolífera e a acelerar a implantação de meios próprios para o seu transporte para assegurar, de forma independente, a sua exportação.

Fonte: Novo Jornal

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