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População com assistência médica perto de casa

Deolinda Rodrigues e Manuel Goma, residentes no município madeireiro de Buco-Zau, tal como centenas de populares, estavam felizes, sábado passado. Motivo: a inauguração do Hospital Regional Alzira da Fonseca. A rede de infra-estruturas sanitárias do município, situado a 120 quilómetros a Norte da cidade de Cabinda, foi reforçada com este empreendimento totalmente reabilitado e apetrechado, no âmbito do Programa de Investimentos Públicos (PIP).
“É isso que o povo quer. Demorou mas chegou. Já temos o nosso hospital. Agora já não vamos precisar de ir à cidade para receber assistência médica”, disse, emocionada, Deolinda Rodrigues.
O governador provincial de Cabinda Mawete João Baptista ouviu o “desabafo” da cidadã e referiu: “Estamos aqui para servir o povo.
O Executivo tem projectos ambiciosos para toda a população, de Cabinda ao Cunene”.A nova unidade hospitalar, cujo corte de fita coube ao governador provincial, vai prestar assistência às populações dos dois municípios do interior da província – Buco-Zau e Belize –, que por falta de um hospital com diversidade de serviços tiveram, durante longos anos, de se deslocar à sede provincial, Cabinda, para receber os cuidados médicos sempre que deles necessitavam.
Inaugurado por ocasião do 4 de Fevereiro, o Alzira da Fonseca tem 100 camas para internamento e possui, entre outras áreas de serviço, a de medicina interna, cirurgia, ortopedia, pediatria, maternidade, bloco operatório, RX. ecografia, estomatologia, hemoterapia, laboratório de análises clínicas, farmácia, oftalmologia e seis gabinetes para actividade administrativa.
A unidade dispõe ainda de lavandaria, cozinha, refeitório e uma casa mortuária com capacidade para conservar 15 corpos. Os serviços são assegurados por 115 funcionários entre os quais 14 médicos, nacionais e estrangeiros.
O governador considerou o novo hospital um empreendimento de elevado valor na vida das populações dos dois municípios, ao suprir as dificuldades com que se debateram durante muito tempo, no que se refere à assistência médica.

Fonte: Jornal de Angola

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