InicioEconomiaAcordo na Grécia preso por corte nas pensões

Acordo na Grécia preso por corte nas pensões

Há apenas uma questão que divide os partidos da coligação na Grécia, e bastou para manter o impasse sobre as reformas a apresentar à zona euro. Ao fim de oito horas de uma intensa maratona negocial, os líderes das forças do Governo falharam um compromisso global sobre as medidas a aplicar para o segundo pacote de resgate, que vale no mínimo 130 milhões de euros. Em causa estão profundas divergências sobre cortes nas pensões. Mas o executivo acredita ser ainda possível pôr um ponto final no impasse antes da reunião dos ministros das Finanças nesta quinta-feira à tarde em Bruxelas. A pressão está agora também do lado externo.

O corte nas pensões é a questão que separa os partidos quanto às medidas de austeridade que estão em cima da mesa – e sobre as quais a zona euro pede um entendimento interno na Grécia – para o país receber um novo envelope financeiro e evitar a entrada em bancarrota.

Um documento de 50 páginas que é a base do acordo aponta para uma poupança de mais três mil milhões de euros através de cortes adicionais, parte dos quais, segundo a imprensa grega, através de novos cortes nas reformas, a rondar os 15%.

O ministro das Finanças, Evangelos Venizelos, reconheceu nesta quinta-feira de manhã, a profunda divergência que tem adiado um compromisso escrito entres os socialistas, os conservadores e o partido de extrema-direita da coligação.

Primeiro, o gabinete do primeiro-ministro, Lucas Papademos, pôs a circular um comunicado no final da reunião que terminou na quarta à noite, frisando que as forças da coligação estão de acordo sobre “todos os pontos do plano salvo um”.

E alimentou expectativas sobre um compromisso nas próximas horas – a tempo da reunião do Eurogrupo agendada para o final da tarde em Bruxelas.

Venizelos, que vai à capital belga reunir-se com os ministros das Finanças, devolveu à zona euro a pressão que os parceiros têm feito nos últimos dias, afirmando que parte “com a esperança de que o Eurogrupo tome uma decisão positiva no que se refere ao novo plano de ajuda”.

Fonte: Publico

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