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“Prejuízos dos bancos portugueses não afectam banca moçambicana e angolana”, alerta Mira Amaral

O presidente da Comissão Executiva do BIC de Portugal, Mira Amaral, considerou hoje que “não há qualquer efeito de contaminação dos prejuízos dos bancos portugueses às economias angolana e moçambicana”, em que grandes bancos portugueses são os principais accionistas.

O antigo ministro português apelou aos governos de Angola e de Moçambique para criarem um “clima de confiança e políticas económicas e financeiras corretas”.

Falando aos jornalistas à margem de uma conferência intitulada “A Economia Global e o Espaço da Lusofonia”, Mira Amaral disse que “não há qualquer contaminação do resultado menos positivo dos bancos portugueses às economias angolana e moçambicana”.

Para o economista, “os bancos portugueses têm estrutura de capitais fortes e tiveram resultados menos positivos porque a situação económica portuguesa é má”, aliás, “todos os bancos portugueses são vítimas da situação económica do país”.

Apesar de os bancos portugueses terem participações na banca moçambicana e angolana, ambos os países “são economias que estão a crescer” e “essas são participações estáveis que não têm nada a ver com os resultados menos positivos que os bancos portugueses tiveram”, referiu.

O ex-ministro lembrou que “os países emergentes não estão em crise e estão a ter crescimento económico muito superior aos países europeus e aos Estados Unidos” da América.

“Portanto, no espaço lusófono não há crise económica, há um potencial de crescimento muito forte. O Brasil já é uma grande potência económica mundial, Angola é cada vez mais uma potência no sul de África e Moçambique aparece com enormes potencialidades na agricultura, energia, recursos minerais e no turismo”, exemplificou.

Uma das soluções que apontou para que os países lusófonos obtenham bons resultados económicos passa por “fazer políticas económicas corretas, que permitam atrair investimento estrangeiro, dar confiança aos investidores, quer moçambicanos, quer estrangeiros”.

“Os governos têm que criar o clima de confiança e políticas económicas e financeiras corretas. E se isso acontecer, Moçambique tem recursos naturais que vão permitir crescer”, nomeadamente “as enormes potencialidades na agricultura, energia, recursos minerais e no turismo”.

Para Miral Amaral, Angola e Moçambique “têm dado sinais muito positivos de estabilização política e macroeconómica, quer através de governos, quer através de bancos centrais”.

Pelo que “acredito que, quer Moçambique, quer Angola estão no caminho correto. Angola tem tido crescimento económico mais expressivo. Era mais forte em petróleo e recursos naturais, acontece que Moçambique neste momento já tem gás, carvão, descobriu-se petróleo no norte, tem potencial fabuloso para a agricultura, tem grande potencial para o turismo, portanto (o país) também tem grandes capacidades para crescer economicamente”, disse.

A conferência sobre “a Economia Global e o espaço da lusofonia”, realizada hoje em Maputo foi organizada pelo Instituto de Formação Bancária de Moçambique.

Fonte: Público

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