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Empresa portuguesa constrói o primeiro retail park de Angola

A Casais Imobiliária está a construir o primeiro retail park em Angola. A cidade de Lobito, na província de Benguela, foi a escolhida para um investimento de cerca de 17 milhões de euros.
A economia angolana mostra a sua pujança com mais um empreendimento a ser lançado, desta vez o primeiro retail park do país. Num investimento que ronda os 17 milhões de euros, a Casais Imobiliária, empresa portuguesa promotora do projecto, revela que o Retail Park angolano, lançado fora da área urbana de Luanda, reflecte a convicção no crescimento e amadurecimento da economia do país.

A poucos meses de terminar a obra, já tem 50% do espaço comercializado, sendo que, destes, 40% são detidos pela Kero, da sociedade angolana Zahara Comércio S.A., que prepara uma cobertura nacional e quer alargar a aposta em hipermercados, supermercados e lojas de conveniência.

Carlos Morgado, gestor comercial da Casais Imobiliária, assegura que o Lobito Retail Park, «mais do que uma consequência do crescimento, é uma causa de crescimento regional e, portanto, um serviço à comunidade, dado que apostámos nele numa altura em que várias empresas de relevo se ausentavam da região».

O responsável adianta ainda que o facto de, no momento do seu lançamento, o retail park ser um modelo imobiliário novo no país, mais ainda por ser fora da região urbana de Luanda, fez com que fosse necessário apostar forte numa relação de proximidade com os operadores. Usou-se uma estratégia de comunicação profissional e a «demonstração técnica da mais-valia do projecto, quebrando tabus e apontando soluções como verdadeiros parceiros de negócios».

O Lobito Retail Park será constituído por 22 frações destinadas ao comércio, armazéns, serviços, restaurantes e similares. O projecto foi alvo, recentemente, de um ajustamento no seu layout, tendo-se procedido a uma redistribuição e redimensionamento dos espaços, com vista a poder integrar alguns operadores, nomeadamente o hipermercado Kero. Assim, criaram-se lojas maiores e outras mais pequenas do que inicialmente previsto. Nesta fase, entre as lojas ainda para venda encontram-se áreas que vão dos 150 m2 aos 605 m2.

80% de ocupação nos próximos seis meses

«Apoiar o mercado, ajudando-o a vencer certas entropias, vendendo lojas e não arrendando, ao contrário daquilo que é a prática normal, implicando de forma muito directa e intensa os operadores no sucesso do projeto, só se conseguiu porque conseguimos que todos acreditassem nele como nós. Hoje, com a presença confirmada do Kero, o interesse de várias empresas tem sido uma constante e nos próximos seis meses atingiremos, pelo menos, 80% de ocupação», adianta Carlos Morgado.

Angola está a crescer e a necessitar de infra-estruturas. É um país com grandes potencialidades e uma economia emergente. E a empresa portuguesa pretende continuar a investir no mercado imobiliário do país. De acordo com o responsável da Casais, «Angola, como qualquer país, necessita de insfra-estruturas modernas e capazes de congregar a resposta às necessidades de satisfação de clientes e operadores comerciais, sobretudo fora da área urbana de Luanda. Com os devidos ajustamentos à realidade local, estes projetos valorizam urbanística e socialmente as zonas onde se inserem».

Fonte: Sol

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