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A paz contribui para o desenvolvimento

O governador de Luanda declarou, ontem, que o permanente compromisso com a manutenção da paz contribui para o desenvolvimento económico e social do país.
Bento Bento, que intervinha no acto político e cultural em homenagem aos heróis do 4 de Fevereiro, disse que a acção daqueles nacionalistas angolanos permitiu que Angola criasse uma consciência política sólida, “pois a vontade do povo era o alcance da independência nacional”.
No acto, que contou com a presença de elementos do Executivo e da sociedade civil e adidos militares acreditados em Angola, o governador salientou o papel dos nacionalistas angolanos e referiu também o massacre da Baixa de Cassange.
Estas acções, frisou, mostraram na altura que Angola “devia continuar a lutar para que hoje nos sentíssemos livres e com vontade de definir o nosso destino”.
Bento Bento disse que o início da Luta Armada de Libertação Nacional atingiu os mais altos patamares da sociedade em Angola e no estrangeiro, “fazendo com que a opinião pública internacional concluísse que o povo angolano queria a independência nacional”.
“Os ataques às cadeias de São Paulo e da Casa de Reclusão, em Luanda, permitiram que o nome de Angola fosse escrito no concerto das nações, gozando do pleno direito de ser um Estado livre e soberano”, sublinhou.
Bento Bento disse que Angola vive um período em que os resultados do crescimento são reconhecidos nos mais variados sectores socioeconómicos:

“Podemos observar o número de estradas e pontes construídas e de várias outras infra-estruturas, como escolas, hospitais e redes de água e energia”.
Estes ganhos e conquistas estão ligados ao “4 de Fevereiro”, lembrou,e enalteceu o contributo do Chefe de Estado na estabilidade e desenvolvimento social do país.
O nacionalista Pedro José Van-Dúnem também recordou o contributo dos nacionalistas do 4 de Fevereiro para o crescimento e desenvolvimento do país e que “Angola é independente hoje porque houve uma organização que soube juntar todas as forças para lutar contra o colonialismo português”

Fonte: Jornal de Angola

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