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Política externa angolana vai manter linhas de orientação em 2012

O ministro das Relações Exteriores, Georges Chicoty, afirmou quarta-feira, em Luanda, que a política externa angolana continuará a manter as suas actuais linhas de orientação em 2012. O ministro, que falava na cerimónia de cumprimentos de final de ano na instituição, referiu que a política externa angolana baseia-se nos valores instituídos pelas cartas da União Africana e das Nações Unidas. Segundo o ministro, o país vai manter a sua postura em relação aos países vizinhos, que é a da política da boa vizinhança, e continuará a estabelecer relações diplomáticas com o maior número possível de estados. Georges Chicoty disse igualmente que será concebido um programa de cobertura diplomática adequada de todas as regiões geopolíticas e de assistência às comunidades angolanas no exterior.

De igual modo, será dada prioridade à promoção das relações económicas, culturais e cientificas, à promoção da troca de informações e de delegações aos mais variados níveis, a redinamização ou institucionalização de comissões bilaterais de cooperação. Fez também referência à prioridade que será dada à celebração e implementação de acordos de cooperação política, diplomática, económica, técnico-científica e empresarial nas áreas onde se mostrem necessárias e a captação de investimentos e facilidades creditícias.

Segundo o ministro, o país continuará a desenvolver acções que conduzam ao crescimento do protagonismo de Angola nas organizações internacionais como a SADC, CEEAC, Comissão do Golfo da Guiné, União Africana, não excluindo os diferentes sistema das Nações Unidas. No que toca ao balanço das acções desenvolvidas no corrente ano, o ministro disse que 2011 foi um ano particularmente positivo, uma vez que foi cumprido com mais de 90 porcento do que foi programado. Como actividades politico-diplomáticas e o programa de reorganização administrativa do ministério, o ministro disse ainda que este ano a execução da política externa angolana foi firme, actuante, pragmática e flexível quando necessária, quer no âmbito bilateral quer multilateral.

Argumentou ainda que a diplomacia angolana esteve virada para a defesa dos objectivos e interesses nacionais, nomeadamente a manutenção da paz, da segurança e da estabilidade mundiais, a preservação, gestão e resolução de conflitos por via do diálogo, defesa e promoção da cooperação internacional e da integração regional como sistemas de convivência e vias de desenvolvimento dos estados. Estiveram igualmente presentes os secretários de Estado das Relações Exteriores, Manuel Augusto e Exalgina Gambôa, responsáveis das direcções geopolíticas, diplomatas colocados nas missões no exterior e de funcionários dos mais variados escalões.

 

Fonte: Angop

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