Radio Calema
InicioDestaquesChefe de estado Angolano reconhece insuficiência de realizações

Chefe de estado Angolano reconhece insuficiência de realizações

O Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, reconheceu esta quarta-feira, em Luanda,  que permanecem por realizar “alguns dos nossos objectivos esssenciais”, tais como erradicar a fome, a pobreza, o analfabetismo, as injustiças sociais, a intolerância, os preconceitos de natureza racial, regional e tribal, entre outros.

“Apesar dos resultados positivos que atingimos”, disse na sua tradicional mensagem de fim de ano à Nação, “ainda há e haverá sempre, como é natural (…), por causa da evoluçao e do crescimento, aspectos e problemas a requererem mais atenção e resolução prioritária, nos domínios da educação, saúde, habitação, emprego, do fornecimento de àgua e energia”.

O Estado, a sociedade civil e o sector privado devem continuar a conjugar e a aumentar os seus esforços com o objectivo de corrigir o que está mal, melhorar o que está bem, criar coisas novas onde for necessário, para “aumentar a nossa capacidade de resposta e satisfazer as necessidades da sociedade”, asseverou José Eduardo dos Santos.

Recordou que o caminho do desenvolvimento e do progresso faz-se com o trabalho de cada cidadão e exige de cada empresa pública ou privada, e de cada instituição pública uma disciplina determinada, uma orientação clara e condução responsável.

Segundo o Presidente da República, “requer ainda a unidade da Nação, a coesão social, estabilidade política e o respeito pelos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, assim como o respeito pelas instituições democráticas”.

Por esta razão, “temos de continuar a criar condições para que nenhum cidadão nacional se sinta excluído do processo de crescimento do país, ou discriminado por factores de ordem subjectiva”.

Explicou que a concretização desta intenção de inclusão social passa pela adopção de políticas públicas que acelerem a absorção dos agentes económicos do sector informal pela económia formal, pela desconcentração da actividade administrativa, económica, produtiva, social e cultural da capital do país, e das sedes de províncias para os municípios, comunas, aldeias e povoações, por forma a “canalisarmos para aí mais recursos técnicos, financeiros materiais e humanos através da administração pública e das empresas e combater as assimetrias regionais”.

“Assim criaremos paulatinamente condições e oportunidades para que todos beneficiem do clima de paz e dos frutos da reconstrução nacional e do desenvolvimento do país”, disse ainda.

Esta tendência vai ser acentuada a partir do ano 2012, asseverou, por força de uma melhor coordenação da implementação da Lei das Micro, Pequenas e Médias Empresas, do programa nacional de reabilitação das vias secundárias e terciárias, do programa àgua para todos, do programa de municipalização dos cuidados de saúde, do programa do desenvolvimento e comércio rural e do programa da habitação social.

Na sua opinião, a referida Lei deve ser aplicada de modo criativo para que beneficie também pequenos empreendedores, tais como as mulheres que se dedicam ao comércio ambulante, os criadores de cultura, como os músicos, as produtoras, as associações de dança e de teatro, produtores de artesenato, artistas plásticos, etc.

 

Fonte: Angop

Siga-nos

0FansCurti
0SeguidoresSeguir
0InscritosSe inscrever

Últimas notícias

Notícias relacionadas

- Publicidade -

Deixe um comentário

Por favor insira seu comentário!
Digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.